Mostra Internacional de Cinema em São Paulo chega aos seus 50 anos.

A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo chega aos seus 50 anos. A edição  histórica ocorre entre os dias 15 e 29 de outubro e exibe, entre longas, curtas e  séries, 380 títulos de 93 países em 57 salas de cinema, espaços culturais e CEUs espalhados pela capital paulista, além de diversos eventos e comemorações da  data especial.

A caça - Mads Mikkelsen - Créditos: Per Arnesen

Novamente, a Mostra conta com um espaço temporário, a Sala Petrobras na  Mostra, que neste ano fica no Solar Fábio Prado, na Avenida Brigadeiro Faria Lima,  2.705 – Jardim Paulistano, abrigando o VI ENCONTRO DE IDEIAS AUDIOVISUAIS,  uma exposição, além de sessões especiais, algumas delas gratuitas, e  masterclasses. 

Na quarta-feira, 14 de outubro, acontece a abertura para convidados da 50ª  Mostra, na Sala São Paulo, com o longa-metragem Tigre de Papel, de James Gray,  exibido na competição do Festival de Cannes. O cineasta estadunidense vai estar  na sessão especial. Antes, é apresentado o curta-metragem Sul de Teerã, do diretor  e roteirista Kleber Mendonça Filho, que também comparece ao evento. Na ocasião,  o produtor português PAULO BRANCO recebe, em mãos, o Prêmio Leon Cakoff.  Uma retrospectiva traz uma seleção de suas mais de 300 produções, incluindo A  Cidade dos Piratas (1983), de Raúl Ruiz, em cópia 35mm, e O Rei das Rosas (1986),  de Werner Schroeter, em restauro inédito.  

Além de abrir o evento com seu filme, JAMES GRAY é o autor da arte do cartaz da  50ª edição. Ele também é homenageado com uma retrospectiva e com o Prêmio  Leon Cakoff, que é entregue em evento aberto ao público com exibição de Tigre de  Papel, seguida de conversa do diretor com o cineasta Walter Salles, na quinta-feira,  15 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra.

A celebração dos 50 Anos conta com as exposições TEMPO E MOVIMENTO: Os 50  anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no Solar Fábio Prado,  concebida pela cineasta e multiartista Daniela Thomas, e STEPS – Fotografias  Inéditas de Abbas Kiarostami, no MIS. No dia 24 de outubro, no MIS, há a exibição  do curta Me Leve pra Casa e do documentário 24 Frames, ambos de 2016, seguida  de um debate entre o filho de Abbas, AHMAD KIAROSTAMI, e o diretor argentino  LISANDRO ALONSO, que adapta Gosto de Cereja (1997) para a América Latina  com Wagner Moura no papel principal. 

O lançamento dos livros Antes que eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para  os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com memórias da  diretora Renata de Almeida, pela Cosac, e 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos  Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo também faz parte das  homenagens à data especial.  

A 50ª edição também marca o lançamento de uma nova plataforma, o Acervo, que  reúne 50 anos de história da Mostra e informações sobre mais de 12 mil filmes.  

Ainda como parte das comemorações, a Sessão 50 Anos exibe Fjord, dirigido pelo  romeno Cristian Mungiu, vencedor da Palma de Ouro em Cannes e distribuído no  Brasil pela Diamond Films, no dia 19 de outubro, no Cultura Artística. Na sequência,  há sorteio de brindes comemorativos da data especial. 

A 50ª Mostra também apresenta o Leão de Ouro em Veneza, Mulher Desconhecida,  de May el-Toukhy. 

Pelo sexto ano consecutivo, a Mostra promove o Encontro de Ideias Audiovisuais,  de 20 a 23 de outubro, no Solar Fábio Prado, com debates, painéis e oportunidades  de networking.  

A cerimônia de abertura do VI Encontro de Ideias Audiovisuais, no dia 20 de  outubro, na Sala Petrobras na Mostra, começa com a entrega do primeiro Prêmio  Encontros para OLGA RABINOVICH, fundadora do Projeto Paradiso, uma  homenagem que destaca sua trajetória de apoio ao desenvolvimento e à  internacionalização do audiovisual brasileiro por meio do Instituto Olga Rabinovich  e do Projeto Paradiso. O prêmio foi criado para enaltecer a filantropia que pode  transformar a cultura, com o encontro entre quem apoia e quem faz a produção  audiovisual. 

Na sequência, acontece a mesa de abertura do VI Encontro, também na Sala  Petrobras na Mostra, com JEFF DEUTCHMAN, presidente de Aquisições, Produção  e Desenvolvimento da NEON.  

O cineasta estadunidense BOOTS RILEY (Desculpe te Incomodar, de 2018) vem à  50ª Mostra para apresentar seu novo filme, I Love Boosters, participar de conversa  com o público e fazer parte do júri da Competição Novos Diretores, assim como o iraniano ALI ASGARI, que exibe Um Pouco de Esperança, em competição no último  Festival de Veneza.  

Além de Boots Riley e Ali Asgari, completam o júri o diretor colombiano CÉSAR  AUGUSTO ACEVEDO e a diretora brasileira LAÍS BODANZKY. 

O diretor indiano S.S. RAJAMOULI apresenta pessoalmente uma sessão especial  de RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (2022), vencedor do Oscar® de melhor canção  e sensação mundial. É a chance de assistir na tela grande ao longa-metragem, que  no Brasil só estreou no streaming, e depois conversar com o diretor, que recebe o  Prêmio Leon Cakoff, no dia 19 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra, localizada  no Solar Fábio Prado.  

Amor Possível, do sul-coreano Lee Chang-dong e vencedor do Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri no último Festival de Veneza, é uma das atrações da  programação da 50ª Mostra.  

Do mesmo Festival de Veneza, vem Musk, documentário abrangente de Alex  Gibney sobre Elon Musk. 

O Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen, estrelado por Javier Bardem e exibido em  competição no Festival de Cannes, também vai ser exibido. 

A 50ª Mostra apresenta diversos filmes que se destacaram nos principais festivais  internacionais, como a Palma de Ouro em Cannes Fjord, de Cristian Mungiu, e o  Leão de Ouro em Veneza Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, além de Look  Back, de Hirokazu Kore-eda, Retorno a Buenos Aires, de Marco Bechis, Homem ao  Mar, de Gael García Bernal, Deixem-nos Passar, Caros Ancestrais, de Lav Diaz,  Tigre de Papel, de James Gray, O Sentido da Vida, de Ryûsuke Hamaguchi, A  Aventura Sonhada, de Valeska Grisebach, Everytime, de Sandra Wollner, Eu Vejo  Edifícios Caírem como Raios, de Clio Barnard, Iron Boy, de Louis Clichy, Minotauro,  de Andrey Zvyagintsev, A Terra do Meu Pai, de Pawel Pawlikowski, Um Dia na Vida  de Jo: Capítulo Fedra, de Jacqueline Lentzou, A Casa do Vento, de Auguste Bernard  Kouemo Yanghu, Às Vezes Sinto Tristeza, Outras Vezes Revolta, de Maria Aparicio,  17, de Kosara Mitić, O Dia em que Ela Volta e Onde Repousar Meus Olhos, ambos  de Hong Sang-soo, Wolfram, de Warwick Thornton, Aqui Não É o Seu Lugar, de  Florin Şerban, A Violinista, de Ervin Han e Raúl García, Variações Sobre um Tema,  de Jason Jacobs e Devon Delmar, e Ha-Chan, De Volta à Dança!, de Josef Kubota  Wladyka, entre outros.  

O Displacement Film Fund, proposto pela atriz Cate Blanchett, embaixadora do  ACNUR (Agência da ONU para Refugiados), e realizado com o Fundo Hubert Bals  do Festival de Roterdã, financiou a realização de cinco curtas-metragens de  cineastas refugiados ou que fazem filmes respeitosos sobre pessoas deslocadas. A  primeira leva de produções, dirigidas por Mohammad Rasoulof (O Sentido da  Água), Maryna Er Gorbach (Rotação), Mo Harawe (Sussurros de um Aroma em  Chamas), Hasan Kattan (Aliados no Exílio) e Shahrbanoo Sadat (Super Academia  Afegã), tem exibição na Mostra. 

O Outro Lado das Redes, de Aaron Sorkin, com Jeremy Strong, Jeremy Allen White  e Mikey Madison, e Ray Gunn, animação para adultos dirigida por Brad Bird,  também integram a seleção da 50ª Mostra. 

A Mostrinha, dedicada ao público infantil, chega à terceira edição com 20 longas e  um curta de 20 países. Treze são animações. Dez filmes têm produção brasileira, e  nove contam com mulheres na direção ou codireção. Clarice Vê Estrelas, escrito e  dirigido por Letícia Pires e baseado em seu livro, é o filme de abertura da Mostrinha,  em estreia mundial, na Sala São Paulo, em 15 de outubro, com a presença da equipe  e elenco. A arte do pôster da 3ª Mostrinha é um trabalho do escritor, jornalista e  ilustrador Ziraldo (1932-2024). A programação amplia sua presença pela cidade por  meio de 27 equipamentos do Circuito Spcine, entre 26 CEUs e o CFC Cidade  Tiradentes, distribuídos pelas zonas Leste, Norte, Sul e Oeste, além da Sala  Petrobras na Mostra, CineSesc, Cine Tutu, Cinesala, Espaço Petrobras de Cinema,  Teatro Sérgio Cardoso, Boulevard do Rádio (Sesc Paulista) e Itaú Cultural.  

Como já é tradição na Mostra, a 50ª edição promove conversas e masterclasses  com cineastas. A masterclass gratuita O Cinema de Contrapartida em Territórios  de Conflito, com ELIANE E CARLA CAFFÉ, é voltada para estudantes de escolas  públicas e para o público em geral e acontece no dia 19 de outubro, na Sala  Petrobras na Mostra, que fica no Solar Fábio Prado.  

A conversa com WALTER SALLES a respeito de sua série Sócrates Brasileiro, sobre  o jogador de futebol do Corinthians e da Seleção Brasileira, ocorre no dia 23 de  outubro, no Espaço Petrobras de Cinema, após a exibição de dois episódios em  finalização. 

Sócrates Brasileiro é apenas uma das produções da seção Mostra em Série, que  apresenta ainda Coligay – A Torcida Impossível, de Paulo Machline, sobre a torcida  gay do Grêmio criada na ditadura, Colônia - Segunda Temporada, de André Ristum,  sobre os abusos no hospital psiquiátrico em Barbacena, Leve Chico, de Marianna  Brennand, em que artistas reinterpretam as canções de Chico Buarque, O Oligarca  e o Negociante de Arte, de Andreas Dalsgaard, sobre a guerra entre dois  empresários, exibida em Sundance, além do restauro da minissérie A Casa no  Bosque (1971), de Maurice Pialat, sobre uma vila francesa durante a Primeira  Guerra Mundial. 

A música é um dos destaques desta 50ª edição, em obras como Neste Quarto, de  Ana Rocha de Sousa, sobre a cantora portuguesa Carminho, que vem à Mostra para  acompanhar o filme; Tribalistas: O Baú da Hora Fértil, de Dora Jobim; Behemoth:  Uma Vida Composta em Peças, de Tony Gilroy; Ensaiando o Brasil, de Elisa Bracher,  sobre a Orquestra Jovem Tom Jobim; Nino – Um Filme sobre Nino Rota, de Walter  Fasano; e Joy of Joys, de Jonathan Glazer, um curta-metragem sobre as  gravações do álbum HELP(2), registradas pelos olhares de crianças londrinas,  enquanto meninos e meninas em zonas de conflito documentam sua realidade.

Nascido no Chile, de nacionalidade italiana, o diretor Marco Bechis foi criado em  São Paulo e Buenos Aires. Ele vem à Mostra para ser homenageado com o Prêmio  Humanidade e apresentar seu filme Retorno a Buenos Aires, exibido em  competição no Festival de Veneza, sobre um ex-prisioneiro da ditadura militar  argentina que volta ao país para testemunhar no julgamento dos ex-militares.  

A 50ª Mostra exibe O Primeiro Ano (1972) e as três partes de A Batalha do Chile  (1975-1979), documentários seminais de Patricio Guzmán, morto recentemente.  

A restauração de Aurora, produção de F.W. Murnau de 1927, ganha duas sessões  no Teatro Cultura Artística, nos dias 23 e 24 de outubro, com a trilha sonora  executada ao vivo pela ORQUESTRA JAZZ SINFÔNICA.  

A lista de outros restauros na 50ª Mostra incluem os nacionais Vento Norte (1951),  de Salomão Scliar, Lá e Cá (1995), de Sandra Kogut, e Janela da Alma (2001), de  João Jardim e Walter Carvalho, e dos internacionais Despedida de Ontem (1966),  de Alexander Kluge, e Robert Wilson & The CIVIL WarS (1987), de Howard  Brookner. 

Oito filmes recém-restaurados do cineasta armênio-soviético ARTAVAZD  PELECHIAN, autor de um cinema de difícil categorização, ganham espaço na  Mostra: Patrulha da Montanha (1964), Terra do Povo (1966), O Começo (1967), Nós (1969), As Estações (1975), Nosso Século (1982), Fim (1992) e Vida (1993). 

O cineasta polonês ANDRZEJ WAJDA, que documentou a história de seu país no  século 20 e completaria cem anos em 2026, é celebrado na 50ª Mostra com a  exibição de cópias restauradas de Cinzas e Diamantes (1958), O Bosque de Bétulas (1970) e Sem Anestesia (1978).  

Vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes com Minotauro, incluído na  programação da Mostra, ANDREY ZVYAGINTSEV tem seus dois primeiros longas metragens exibidos nesta edição: O Retorno (2003), Leão de Ouro em Veneza, e O  Desterro (2007), que levou o prêmio de melhor ator em Cannes para Konstantin  Lavronenko.  

Minotauro, submetido pela França, é uma das 21 produções aptas a concorrer ao  Oscar® de filme internacional na programação da Mostra, seja por ter sido indicada  por seu país ou pela nova regra dos vencedores de competições de festivais como  Sundance, Cannes e Veneza. A lista também inclui o brasileiro Feito Pipa, de Allan  Deberton, o romeno Fjord, de Cristian Mungiu, Palma de Ouro em Cannes, o  dinamarquês Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, Leão de Ouro em Veneza, e  o nepalês Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah.  

  

Mais uma vez, a Mostra tem uma programação de realidade virtual. As produções  vão estar disponíveis no CineSesc e no Solar Fábio Prado.

Nesta 50ª edição, o evento parte pela terceira vez para Belém, no Cine Líbero  Luxardo (Avenida Gentil Bitencourt, 650, Nazaré), equipamento de cultura  vinculado à Fundação Cultural do Estado do Pará, entre os dias 22 e 28 de outubro.  

A tradicional itinerância promovida pelo Sesc por cidades paulistas vai ocorrer em  dez unidades da instituição. Seis filmes da 50ª Mostra vão ser exibidos em  Araraquara, Birigui, Campinas, Franca, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão  Preto, Rio Preto, São Carlos e Taubaté.  

A Netflix volta a entregar um prêmio no festival. A honraria vai ser concedida a um  filme brasileiro da programação da Mostra que ainda não tenha contrato com um  serviço de streaming.  

Pela quarta vez é entregue o Prêmio Paradiso para um dos títulos selecionados da  seção Mostra Brasil. A premiação vai apoiar a distribuição da obra nas salas de  cinema do país. 

Também pelo quarto ano, o coletivo BRADA, de diretoras de arte, premia a direção  de arte de um filme.  

O Prêmio Queer é uma premiação independente abrigada na Mostra que visa  celebrar, visibilizar e fomentar a produção audiovisual LGBTQIA+ no Brasil e no  mundo. 

Programação completa, lista de favoritos e compra de ingressos estão disponíveis  no aplicativo da Mostra, que pode ser baixado a partir da próxima semana em  celulares com sistemas operacionais Android, pela Google Play, e iOS, pela App  Store. O programa permite ainda a criação de agenda com datas e horários dos  títulos escolhidos e, para credenciados, é possível reservar entradas. 

  

PATROCINADORES  

PETROBRAS  

A Petrobras se orgulha de ser parceira da Mostra Internacional de Cinema de São  Paulo, especialmente neste ano em que comemora seus 50 anos, reafirmando seu  compromisso com a cultura e o audiovisual brasileiro. A Mostra é um projeto de  grande relevância, que amplia o acesso à programação cultural, incentiva a  diversidade de perspectivas e estimula o encontro entre filmes, realizadores e  público, por meio de uma programação plural que mobiliza o olhar da cidade.


ITAÚ 

O Itaú Unibanco é o maior banco privado da América Latina em volume de receita  e carteira de crédito, com presença em 18 países e mais de 70 milhões de clientes.  Como banco universal, atua de forma integrada em Varejo, Atacado e  Investimentos, oferecendo soluções financeiras para pessoas, empreendedores e  empresas de diferentes portes. O banco possui posição de liderança em segmentos  como alta renda e agronegócio e investe continuamente em tecnologia e inovação  — com uso intensivo de dados e inteligência artificial — para aprimorar a  experiência dos clientes e ampliar sua atuação consultiva. Seu propósito é  promover o bem-estar financeiro e contribuir para a prosperidade do país,  apoiando clientes com soluções e assessoria em suas jornadas de crescimento,  inclusão social e transição para uma economia de baixo carbono.


SESC 

Parceiro da Mostra desde sua primeira edição, o Sesc São Paulo, que comemora 80  anos em 2026, recebe sessões e exibições em realidade virtual no CineSesc, de 15 a  29 de outubro, e exibições no Boulevard do Rádio na Avenida Paulista. A  programação inclui um cineconcerto de Abujamra com vinhetas de algumas  edições no Sesc 24 de maio. A parceria se desdobra na Repescagem, no CineSesc,  de 30 de outubro a 4 de novembro, e na itinerância por dez unidades do interior,  ampliando o alcance da Mostra.


SPCINE

A Spcine, empresa de fomento ao audiovisual da Prefeitura de São Paulo, vinculada  à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, patrocina mais uma vez a  Mostra Internacional de Cinema, levando-a a diversos territórios da cidade. Na 50ª  edição do evento, haverá sessões nas salas do Circuito Spcine, localizadas no  Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural Olido e CEUs - com direito a sessão com  debate -, garantindo que a programação seja acessada com facilidade do centro  às periferias. Realizaremos também a Mostrinha, programação pensada  exclusivamente para os pequenos, em sessões especiais nos CEUs durante uma  semana com foco em formação de público.


COMPENSAÇÃO AMBIENTAL  

Desde a 39ª edição, em 2015, a Mostra Internacional de Cinema compromete-se a  compensar suas emissões de CO², contratando uma empresa especializada em neutralizá las através da quantificação e da compensação ambiental, por meio da aquisição de  créditos de carbono oriundos de projetos de preservação florestal.


PATROCINADORES DA 50ª MOSTRA  

Neste ano, a Mostra conta com o patrocínio master da PETROBRAS, o patrocínio do ITAÚ,  a parceria institucional do SESC, a parceria da SPCINE e da Prefeitura de São Paulo, o  fomento do ProAC – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por  meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, a colaboração da  EMBRATUR e da NETFLIX, o apoio do PROJETO PARADISO, a promoção da  GLOBOFILMES, do CANAL BRASIL, da FOLHA DE S.PAULO, da TV CULTURA, da ARTE 1,  do INSTITUTO BANDEIRANTES e da REVISTA PIAUÍ, o apoio técnico da QUANTA e do  CULTURA ARTÍSTICA. Realização: MINISTÉRIO DA CULTURA, através da LEI FEDERAL DE  INCENTIVO À CULTURA. 


50 ANOS DA MOSTRA  

São muitas as comemorações da histórica 50ª edição. Concebida pela cineasta e  multiartista Daniela Thomas, com cenografia dela e de Felipe Tassara, a exposição  TEMPO E MOVIMENTO: Os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São  Paulo, no Solar Fábio Prado, resume visualmente as cinco décadas de história do  evento dirigido por Renata de Almeida e criado em 1977 por Leon Cakoff.  

O título faz referência à frase dita por Tomie Ohtake quando apresentava a arte da  17ª Mostra: “Para mim cinema é isso, tempo e movimento”. Nesses 49 anos, 11.692  filmes de 8.474 cineastas foram exibidos no evento, que promoveu outros milhares  de encontros entre diretores e espectadores.  

A relação de Abbas Kiarostami (1940-2016) com a Mostra é longa e rica. Desde  Onde Fica a Casa do Meu Amigo? (1987), todos os seus filmes foram exibidos no  evento, e ele esteve em São Paulo como membro do júri e como homenageado. Na  50ª edição, ele não poderia faltar. A exposição STEPS – Fotografias Inéditas de  Abbas Kiarostami, que fica aberta entre 20 de outubro e 8 de novembro no MIS,  traz 60 imagens em preto e branco de escadarias registradas ao redor do mundo  pelo diretor. 

Pela primeira vez, a coleção e o curta Me Leve pra Casa (2016), construído a partir  das fotografias e concebido para ser visto junto às imagens, serão apresentados  em conjunto. No dia 24 de outubro, no MIS, há a exibição do curta, finalizado após  a morte do diretor por seu filho Ahmad, e do último longa de Kiarostami, 24 Frames 

(2016), que expõe seu fascínio pela fotografia. Na sequência, Ahmad conversa com  o diretor argentino Lisandro Alonso, que prepara uma versão latina de Gosto de  Cereja (1997) estrelada por Wagner Moura. Alonso também está na Mostra seu mais  recente filme, La Libertad Doble. que estreou mundialmente na Quinzena de  Cineastas em Cannes. 

As celebrações da 50ª edição também contam com o lançamento de dois livros: 50  Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em  São Paulo e Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos  da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.  

Uma das marcas da Mostra são os cartazes: a cada ano, um artista ou cineasta  recebe o convite para criar a arte do pôster. Fotografia, desenho, pintura, vale  tudo, com total liberdade para o criador. Essa diversidade faz com que cada edição  tenha sua marca própria, que agora pode ser levada para casa no livro 50 Anos, 50  Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.  Com 124 páginas em formato de 31cm x 39,5cm, traz todos os cartazes da Mostra e  da Mostrinha e uma breve história por trás de cada um deles. Quem quiser pode  destacar seu pôster preferido – ou vários. O lançamento oficial acontece na  abertura para a imprensa e convidados da exposição TEMPO E MOVIMENTO: Os  50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no dia 3 de outubro. 

Em Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da  Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, a diretora Renata de Almeida  coloca no papel suas memórias desde que começou a trabalhar no evento, em 1989.  São histórias divertidas e de resiliência, de encontros proporcionados pela Mostra  e de momentos importantes de sua vida pessoal. Com prefácio de Walter Salles e  coordenação editorial de Alvaro Machado, o livro sai pela editora COSAC. No dia  15 de outubro, no Solar Fábio Prado, acontece o lançamento oficial, com coquetel  e conversa da autora com o público, mediada por Alvaro Machado, seguida de  sessão de autógrafos e distribuição de brindes.  

Durante dois anos, a Mostra trabalhou para recuperar e digitalizar seu banco de  dados. O resultado é o Acervo (https://acervo.mostra.org/), um novo site que reúne  50 anos de história do evento, com informações sobre os quase 12 mil filmes  exibidos, além de cartazes e registros de todas as edições. Aberta a todos para  consulta e pesquisa, a plataforma permite navegar por edição, filme, direção ou  país, entre outros caminhos possíveis, incluindo um mapa interativo com a  localização geográfica de títulos e diretores por ano. 

A Mostra também disponibiliza, de forma digital e gratuita, um recorte em PDF,  sem as fotos, do livro Cinema Sem Fim – A História da Mostra, 30 Anos, escrito por  Leon Cakoff em comemoração da 30ª edição e lançado em 2006 pela Imprensa  Oficial do Estado de São Paulo. O PDF pode ser encontrado em  https://acervo.mostra.org/


Serviço  

Exposição TEMPO E MOVIMENTO: Os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema  em São Paulo  

Solar Fábio Prado – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano Abertura para jornalistas: 03 de outubro (das 14h30 às 18h) 

Funcionamento para o público: de 04 a 14 de outubro, das 10h às 18h (não abre nas  segundas, dias 05 e 12 de outubro); de 15 a 29 de outubro, das 10h às 22h (aberta todos os  dias)  

Entrada gratuita.


Exposição STEPS – Fotografias Inéditas de Abbas Kiarostami  

MIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa.  

De 20 de outubro a 8 de novembro, das 10h às 19h (terça a sexta), das 10h às 20h (sábado),  das 10h às 18h (domingo e feriado). Fechada às segundas, com exceção no dia 20 de  outubro.  

Entrada gratuita.  

Livro 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de  Cinema em São Paulo  

Formato: 31cm x 39,5cm 

124 páginas 

Valor: R$ 290,00 

Desconto para jornalistas: 20% 


Disponível para compra a partir do dia 04 de outubro nos pontos oficiais da Mostra: Central  da Mostra - Avenida Paulista, 2.073. De 05 a 14 de outubro, das 12h às 18h. De 15 a 29 de  outubro, das 11h às 21h (segunda a sábado) e das 11h às 20h (domingo). Solar Fábio Prado - Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 - Jardim Paulistano. De 15 a 29  de outubro, das 10h às 21h (segunda a sexta) e das 9h às 21h (sábado e domingo).  Cultura Artística - Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação. De 19 de outubro a 01 de  novembro, das 13h às 21h. 

Livro Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da  Mostra Internacional de Cinema em São Paulo 

Autora: Renata de Almeida 

Prefácio: Walter Salles 

Coordenação editorial: Alvaro Machado 

Projeto gráfico: Flávia Castanheira 

Formato: brochura; 15,5cm x 22cm 

Páginas: 256 

Imagens: 53 

R$ 103,00 

Lançamento e coquetel: quinta-feira, 15 de outubro, às 18h no Solar Fábio Prado - Avenida  Brigadeiro Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano.  

Vendas on-line do livro: www.cosacedicoes.com.br 

Vendas presenciais: Livraria da Travessa no Solar Fábio Prado - Avenida Brigadeiro Faria  Lima, 2.705 - Jardim Paulistano. 


OUTRAS AÇÕES PARA OS 50 ANOS  

André Abujamra e sua banda fazem o show As Vinhetas da Mostra Internacional  de Cinema em São Paulo, revisitando sobre as vinhetas das edições e improvisando  a partir delas. A apresentação acontece na quarta-feira, 21 de outubro, às 19h, no  Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109). Os ingressos começam a ser vendidos online  no dia 13 de outubro, às 17h, e nas bilheterias a partir do dia 14 de outubro, às 17h,  e custam R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia) e R$ 15 (credencial plena).  

A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e a AMP fazem colab especial com  camisetas que estampam cartazes emblemáticos dos 50 anos do evento: 1ª Mostra  (1977, foto do jornalista Nestor Alves), 2ª Mostra (1978, imagem de Paulo Andrade),  17ª Mostra (1993, da artista Tomie Ohtake), 20ª Mostra (1996, desenho do cineasta  japonês Akira Kurosawa) e 37ª Mostra (2013, pintura de Christiane Kubrick, artista  visual e viúva do diretor Stanley Kubrick). A coleção está disponível no site da AMP,  na loja física da marca em Pinheiros (Rua Cônego Eugênio Leite - 595), na Central  da Mostra (Avenida Paulista, 2.073) e na lojinha da Mostra no Solar Fábio Prado  (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705). 


FILMES CONFIRMADOS | PREMIADOS  

A 50ª Mostra exibe filmes inéditos no Brasil que foram premiados nos principais  festivais de cinema do mundo.  

Do FESTIVAL DE VENEZA, a Mostra traz Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy,  vencedor do Leão de Ouro e da Coppa Volpi de melhor atriz (Mathilde Arcel), Amor  Possível, de Lee Chang-dong, Leão de Prata - Grande Prêmio do Júri e prêmio  Fipresci de melhor filme da competição, Um Dia na Vida de Jo: Capítulo Fedra, de  Jacqueline Lentzou, prêmio de melhor direção na mostra Horizontes, A Casa do  Vento, de Auguste Bernard Kouemo Yanghu, ganhador do Luigi de Laurentiis de  melhor obra de estreia e Prêmio Especial do Júri da mostra Horizontes, A Cor do  Sol, de Xavier Tera, vencedor do prêmio Fipresci da mostra Horizontes, Às Vezes  Sinto Tristeza, Outras Vezes Revolta, de Maria Aparicio, prêmio de direção da  Jornada dos Autores 2026 e do prêmio Autores Abaixo de 40, Por Dentro de Amir,  de Amir Azizi, vencedor do prêmio de direção da Jornada dos Autores 2025,  London, de Victor di Marco e Márcio Picoli, vencedor do Leão Queer, Eklipse, de  Manuel Wetscher, menção honrosa para a direção de fotografia da premiação  paralela Autores Abaixo dos 40, O Fogo que Você Carrega, de Edoardo De Angelis,  ganhador de três prèmios paralelos, incluindo o Francesco Pasinetti de melhor atriz  para Vanessa Scalera, A Garota com a Leica, de Alina Marazzi, vencedor do Prêmio  Especial Pasinetti, e Zoom In, Zoom Out, de Dong Jie, prêmio Verona Club de filme  mais inovador da Semana da Crítica. Outros destaques do evento que estão na  Mostra são Um Pouco de Esperança, de Ali Asgari, Look Back, de Hirokazu Kore eda, Musk, de Alex Gibney, Biografia de Jorge Luis Borges, de Mariano Llinás, O  Caminho para Jericó, de Amos Gitai, Homem ao Mar, de Gael García Bernal, e  Deixem-nos Passar, Caros Ancestrais, de Lav Diaz. 

Além de apresentar Fjord, de Cristian Mungiu, vencedor da Palma de Ouro e do  prêmio da crítica internacional (Fipresci) do FESTIVAL DE CANNES, a Mostra exibe  outras obras premiadas no festival, como Minotauro, de Andrey Zvyagintsev,  Grande Prêmio do Júri, A Terra do Meu Pai, de Pawel Pawlikowski, prêmio de  melhor direção, O Sentido da Vida, de Ryûsuke Hamaguchi, prêmio de melhor atriz  para Virginie Efira e Tao Okamoto, A Aventura Sonhada, de Valeska Grisebach,  Prêmio do Júri, Everytime, de Sandra Wollner, vencedor da mostra Um Certo Olhar,  Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah, Prêmio do Júri na mostra Um Certo  Olhar, Iron Boy, de Louis Clichy, Prêmio Especial do Júri na seção Um Certo Olhar  (além de prêmios de melhor filme do júri e do público em Annecy), Eu Vejo Edifícios  Caírem Como Raios, de Clio Barnard, prêmio de público da Quinzena de Cineastas,  Rehearsals for a Revolution, de Pegah Ahangarani, Olho de Ouro de melhor  documentário, Castelo de Lata, de Alexander Murphy, prêmio especial do júri do  Olho de Ouro de melhor documentário, e A Odisseia dos Dentes-de-leão, de  Momoko Seto, vencedor do prêmio da Fipresci de melhor filme da Semana da  Crítica em 2025 e Prêmio Prêmio Paul Grimault em Annecy 2025. Também se  destacaram em Cannes O Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen, O Samurai e o  Prisioneiro, de Kiyoshi Kurosawa, Aqui, de Tiago Guedes, Clarissa, de Arie e Chuko  Esiri, Butterfly Jam, de Kantemir Balagov, La Libertad Doble, de Lisandro Alonso,  Dora, de July Jung, La Perra, de Dominga Sotomayor, O Diário de uma Camareira, de Radu Jude, Rochas Vermelhas, de Bruno Dumont, e Somos Alienígenas, de Kohei  Kadowaki.  

Vêm do FESTIVAL DE BERLIM os filmes Yo (O Amor É um Pássaro Rebelde), de  Anna Fitch e Banker White, Urso de Prata de Contribuição Artística Excepcional,  Crônicas do Cerco, de Abdallah Alkhatib, prêmio de melhor estreia da seção  Perspectivas, Quem Matou Narciso?, de Marcelo Martinessi, vencedor do Prêmio  Fipresci de melhor filme da seção Panorama, o brasileiro Feito Pipa, de Allan  Deberton, vencedor do Urso de Cristal e do Grande Prêmio do júri internacional na  seção Geração Kplus do Festival de Berlim (além dos Prêmios Maguey de melhor  filme e melhor interpretação no Festival de Guadalajara e do prêmio de melhor  interpretação no Festival de Cartagena das Índias), Chicas Tristes, de Fernanda  Tovar, Urso de Cristal de melhor filme na seção Geração 14plus, Não Sou um Herói,  de Rima Das, menção especial do prêmio Urso de Cristal na seção Geração Kplus,  Uma Família, de Mees Peijnenburg, menção especial do júri jovem da seção  Geração 14Plus, O Julgamento de Hein, de Kai Stänicke, prêmio do júri do Teddy  (para filme queer), AnyMart, de prêmio Fipresci de melhor filme da seção Forum,  Sonhos do Rio, de Kristina Mikhailova, vencedor do prêmio do júri ecumênico na  seção Fórum, e O Homem Mais Solitário da Cidade, de Tizza Covi e Rainer Frimmel,  menção especial do prêmio paralelo Guild Film. O Dia em que Ela Volta, de Hong  Sang-soo, Wolfram, de Warwich Thornton, e os brasileiros Fiz um Foguete  Imaginando que Você Vinha, de Janaína Marques, e Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de  André Novais Oliveira, são outros filmes que se destacaram em Berlim que são  exibidos pela Mostra.  

A Mostra apresenta diversos filmes do FESTIVAL DE LOCARNO, entre eles Aqui Não  É o Seu Lugar, de Florin Șerban, vencedor do Leopardo de Ouro e de menção  especial em atuação (Teodor Butănescu), Europa Cinemas Label e prêmio do júri  jovem da Competição Internacional, e o brasileiro A Margem do Rio, de Matheus  Farias e Enock Carvalho, vencedor do Prêmio Especial do Júri. Na lista vinda do  festival suíço, ainda estão Onde Repousar Meus Olhos, de Hong Sang-soo, vencedor  dos prêmios de melhor direção e atuação (Kim Min-hee), A Violência de Ninguém,  de Denis Côté, menção especial para a atuação de Xavier Bergeron e segundo  prêmio do júri jovem da Competição Internacional, Revolucionárias Nunca Morrem,  de Mohanad Yaqubi, vencedor do Prêmio Especial do Júri CINE+OCS na seção  Cineastas do Presente, Os Dias Livres, de Lucila Mariani, menção especial na seção  Cineastas do Presente, Caçada Humana, de Wayne Wapeemukwa, terceiro prêmio  do júri jovem para a Competição Internacional, Eu Raramente Acordo Sonhando,  de Isabelle Stever, prêmio “O ambiente é qualidade de vida” do júri jovem para a  Competição Internacional, e Até Lá, de Sarah Leonor, ganhador da menção  especial do júri jovem para a Competição Internacional.  

Variações Sobre um Tema, de Jason Jacobs e Devon Delmar, ganhador do prêmio  Tigre, o principal prêmio do FESTIVAL DE ROTERDÃ, também vai ser exibido na  Mostra, assim como La Belle Année, de Angelica Ruffier, Prêmio Especial do Júri na  competição, Papel Coadjuvante, de Ana Urushadze, Prêmio Especial do Júri na  competição e prêmio da Fipresci, Master, de Rezwan Shahriar Sumit, Prêmio 

Grande Tela, e Eu Cresci uma Polegada Quando Meu Pai Morreu, de P. R. Monencillo  Patindol, vencedor do Prêmio NETPAC, dedicado a filmes da Ásia e do Pacífico. 

Prêmio de melhor filme do FESTIVAL DE ANNECY, dedicado à animação, A  Violinista, de Ervin Han e Raúl Garcia, também integra a programação da 50ª  Mostra.  

Filmes que estiveram no FESTIVAL DE SUNDANCE são exibidos na Mostra, como  Vergonha e Dinheiro, de Visar Morina, Grande Prêmio do Júri de melhor ficção  internacional, O Intruso, de Louis Paxton, Prêmio NEXT Innovator, Não Me Largue,  de Myrsini Aristidou, prêmio do público de melhor filme de ficção internacional,  Aanikoobijigan [ancestral/bisavô/bisneto], de Adam e Zach Khalil, prêmio do  público NEXT, Ha-Chan, De Volta à Dança!, de Josef Kubota Wladyka, prêmio de  melhor direção de filme de ficção nacional, Como se Divorciar Durante a Guerra,  de Andrius Blaževičius, melhor direção de filme de ficção internacional, Quem  Matou Alex Odeh?, de Jason Osder e William Lafi Youmans, Prêmio Especial do Júri  para excelência jornalística de um documentário nacional, e Filipiñana, de Rafael  Manuel, prêmio especial do júri para visão criativa de melhor filme de ficção  internacional. Outros destaques de Sundance, como A História do Concreto, de  John Wilson, O Último Batedor de Carteiras, de Noah Segan, American Doctor, de  Poh Si Teng, Era uma Vez no Harlem, de David e William Greaves, e Zi, de  Kogonada, fazem parte da seleção da Mostra.  


INDICADOS AO OSCAR®  

A 50ª Mostra conta em sua programação com 21 produções submetidas por seus  países para uma vaga entre os indicados ao Oscar® de filme internacional, além  daqueles que concorrem por terem ganhado determinados prêmios nos festivais  elegíveis, uma regra nova da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de  Hollywood. É o caso de Vergonha e Dinheiro, de Visar Morina, vencedor do Grande  Prêmio do Júri de melhor ficção internacional no FESTIVAL DE SUNDANCE, Fjord,  de Cristian Mungiu, Palma de Ouro em CANNES (e também indicado pela  ROMÊNIA), e Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, Leão de Ouro em VENEZA  (e também submetido pela DINAMARCA). Estão na Mostra: da ÁFRICA DO SUL,  Variações sobre um Tema, de Jason Jacobs and Devon Delmar; da ALEMANHA:  Everytime, de Sandra Wollner; da ARGÉLIA: Roqia, de Yanis Koussim; da ARMÊNIA:  Na Terra de Arto, de Tamara Stepanyan; do BRASIL: Feito Pipa, de Allan Deberton;  da BULGÁRIA: A Aventura Sonhada, de Valeska Grisebach; do CHIPRE: Não Me  Largue, de Myrsini Aristidou; da COREIA DO SUL: Amor Possível, de Lee Chang dong; das FILIPINAS: Filipiñana, de Rafael Manuel; da FRANÇA: Minotauro, de  Andrey Zvyagintsev; do JAPÃO: O Sentido da Vida, de Ryûsuke Hamaguchi; da  LITUÂNIA: Como se Divorciar Durante a Guerra, de Andrius Blaževičius; do  LÍBANO: Furies, de Rami Kodeih; da MACEDÔNIA DO NORTE: 17, de Kosara Mitić;  do NEPAL: Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah; do PARAGUAI: Quem  Matou Narciso?, de Marcelo Martinessi; da POLÔNIA: A Terra do Meu Pai, de Pawel  Pawlikowski; da VENEZUELA: A Morte Não Tem Dono, de Jorge Thielen Armand.  

 

MOSTRA BRASIL  

Mais de 70 obras nacionais integram a programação da 50ª Mostra. Os filmes da  Mostra Brasil também estão divididos nas seções Apresentação Especial e  Competição Novos Diretores. Entram em Mostra Brasil obras inéditas em São  Paulo, assim como as da Competição, que exibe trabalhos de cineastas que já  dirigiram no máximo dois longas. Os filmes da Competição concorrem ao Troféu  Bandeira Paulista, dado pelo júri da 50ª Mostra. Além disso, todos os brasileiros da  Perspectiva Internacional e da Competição Novos Diretores concorrem ao prêmio  do público da Mostra, que inclui o Troféu Bandeira Paulista de melhor filme  brasileiro. 

O cinema brasileiro tem feito bonito no exterior, e a seleção reflete isso. A 50ª  Mostra exibe Feito Pipa, de Allan Deberton, premiado nos festivais de Berlim,  Guadalajara e Cartagena e submetido pelo Brasil ao Oscar® de filme internacional,  London, de Victor Di Marco e Márcio Picoli, exibido na Semana da Crítica de Veneza  e vencedor do Leão Queer, A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias,  Prêmio Especial do Júri em Locarno, Funk, de Aly Muritiba, menção especial do júri  para melhor performance em filme internacional para Duda Santos e MC Nem no  Festival de Tribeca, Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (Berlim), Fiz  um Foguete Imaginando que Você Vinha, de Janaína Marques (Berlim), Isabel, de  Gabe Klinger (Berlim), Yellow Cake, de Tiago Melo (Roterdã), A Paixão Segundo  G.H.B., de Gustavo Vinagre e Vinicius Couto, e Privadas de Suas Vidas, de Gustavo  Vinagre e Gurcius Gewdner (ambos em Roterdã), Vicentina Pede Desculpas, de  Gabriel Martins (Toronto, San Sebastián), A Professora de Francês, de Ricardo Alves  Jr. (San Sebastián), Pardo É Papel, de Alexis Zelensky (IndieLisboa), Coração de  Lona, de Tuca Siqueira (Biarritz), Ela Foi Ali Guardar o Coração na Geladeira, de  Cristiane Oliveira e Gustavo Galvão (Toulouse), O Filho da Puta, de Erica Maradona,  Tania Anaya, Otto Guerra, Sávio Leite (Annecy), Me Deixa Ser, de Viviane D'Avilla  (Raindance), Jardim dos Silêncios, de Henrique Dantas (American Black Film  Festival - Miami), Medley, de Ana Luiza Azevedo (LA Femme), e Não Estamos  Sonhando, de Ulisses Arthur (Blackstar Film Festival - Filadélfia). 

Outro destaque entre as produções brasileiras são os filmes sobre personalidades,  como 100 Dias, de Carlos Saldanha, sobre o navegador Amyr Klink, Alucinação, de  Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano, sobre o cantor e compositor Belchior,  Cansei de Ser Galã, de Bento Marzo, Eduardo Ades, sobre o ator Claudio Marzo, Di  Cavalcanti, de Ana Carolina, Elza, de Eryk Rocha, sobre a cantora Elza Soares, A  Extraordinária Vida de Vera Valdez, de Fabio Meira, sobre a modelo e atriz,  Fernanda, de Pedro Waddington, sobre Fernanda Montenegro, Ney por Trás das  Máscaras, de Esmir Filho, sobre Ney Matogrosso, Se Não Eu, Quem Vai Fazer Você  Feliz?, de Hugo Prata e Felipe Novaes, sobre Chorão, Tribalistas: O Baú da Hora  Fértil, de Dora Jobim, Cavalcanti, de Jairo Neto e Graubi Garcia, sobre o cineasta  Alberto Cavalcanti, e Zé, de Paulo Caldas, sobre o diretor, ator e dramaturgo Zé  Celso Martinez Correa. Já Vitória da Paz, de Ricardo Calil, Dudu Levy e Fábio  Gusmão, conta a história da mulher negra que denunciou o tráfico de drogas e a  corrupção policial que via da janela de sua casa e, por isso, ficou anônima durante  muito tempo.

Entre os selecionados, também há as coproduções com o Brasil. Falado em  espanhol, La Perra (Chile, Brasil), dirigido por Dominga Sotomayor, tem o brasileiro  Selton Mello no elenco e estreou na Quinzena de Cineastas em Cannes. Elefantes  na Névoa (Nepal, Brasil, França, Alemanha, Noruega), de Abinash Bikram Shah,  ganhou o Prêmio do Júri da mostra Um Certo Olhar em Cannes. Seis Meses no  Prédio Rosa e Azul (México, Brasil, Dinamarca), de Bruno Santamaría Razo, passou  na Semana da Crítica em Cannes. Falado em espanhol, Glaxo (Argentina, Brasil),  de Benjamín Naishtat, foi exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián. Furies (Líbano, Brasil), de Rami Kodeih, foi apresentado na mostra Venice Spotlight, antes  de seguir para o Festival de Toronto (TIFF) e ser selecionado para representar o  Líbano no Oscar. Falado em espanhol e guarani, Quem Matou Narciso? (Paraguai,  Brasil, Portugal, Alemanha, Espanha, França, Uruguai), de Marcelo Martinessi, é  baseado no livro homônimo e venceu o prêmio da crítica na seção Panorama do  Festival de Berlim e melhor longa sul-americano no 4o Bonito CineSur. 

  

ABERTURA  

Na quarta-feira, 14 de outubro, acontece a abertura oficial, para convidados, da  50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na Sala São Paulo. Tigre de  Papel, dirigido pelo estadunidense James Gray e exibido em competição no  Festival de Cannes, é o filme de abertura. O cineasta vai estar presente.  

O curta-metragem Sul de Teerã, dirigido por Kleber Mendonça Filho a partir de um  convite do Festival de Nova York para o novo programa NYFF Encounters, faz sua  estreia brasileira na abertura da 50ª Mostra, com presença do diretor. O curta  acompanha o cineasta Jafar Panahi por Nova York enquanto ele reflete sobre sua  carreira cinematográfica e a perseguição em seu país natal, o Irã, que o levou à  sua atual prisão. Uma reflexão multifacetada sobre cinema e memória que surgiu  de conversas entre Jafar Panahi e Kleber Mendonça Filho, os dois com filmes  exibidos no Festival de Cinema de Nova York de 2025: Foi Apenas um Acidente e O  Agente Secreto.  

Tigre de Papel segue a história de dois irmãos em busca do sonho americano.  Enquanto o engenheiro Irwin Pearl (Miles Teller) construiu uma família com Hester  (Scarlett Johansson), Gary (Adam Driver) seguiu carreira na polícia. Quando Gary  apresenta ao irmão uma oportunidade de negócio boa demais para ser verdade,  os dois se envolvem com o perigoso mundo da máfia russa, e os laços familiares  começam a se romper, com consequências que mudam suas vidas para sempre.  

  

PÔSTER | HOMENAGEM  

Além de apresentar pessoalmente na abertura da 50ª Mostra seu filme Tigre de  Papel, que também tem sessões comerciais durante o evento, JAMES GRAY é o  responsável pela arte do cartaz deste ano. Seu desenho em preto e branco  representa um momento sempre esperado nos filmes: o beijo apaixonado. 

Dono de um cinema clássico, de estética rigorosa e que não raro pende para o  melodrama, o diretor é celebrado com uma retrospectiva de seus filmes, entre eles 

Fuga para Odessa (1994), Caminho sem Volta (2000), Os Donos da Noite (2007) e  Era uma Vez em Nova York (2013). Ele também participa de sessão seguida de  conversa com o cineasta brasileiro Walter Salles no dia 15 de outubro, na Sala  Petrobras na Mostra, no Solar Fábio Prado. Na ocasião, GRAY recebe o Prêmio Leon  Cakoff, que reconhece personalidades da cultura e do mercado audiovisual. 


PRÊMIO LEON CAKOFF  

Além de JAMES GRAY, a 50ª Mostra concede o Prêmio Leon Cakoff ao produtor  português PAULO BRANCO e ao cineasta indiano S.S. RAJAMOULI.  

PAULO BRANCO é daqueles produtores incansáveis, à moda antiga, quase  românticos, do cinema mundial. Apaixonado pela sétima arte, não mede esforços  para apoiar vozes autorais. Em sua trajetória, foi produtor, produtor executivo ou  associado de inacreditáveis 300 filmes.  

A 50ª Mostra fez uma seleção dessa produção invejável, reunindo longas como  Silvestre (1981), de João César Monteiro, Francisca (1981), de Manoel de Oliveira, O  Estado das Coisas (1982), de Wim Wenders, A Prisioneira (2000), de Chantal  Akerman, e Mistérios de Lisboa (2010), de Raúl Ruiz.  

Nascido em 1950 em Lisboa, ele viabilizou cerca de 60 filmes exibidos na Mostra,  desde a segunda edição. Nesta 50ª Mostra, ele traz O Barqueiro, de Simão Cayatte,  Memórias do Cárcere, de Sérgio Graciano, e Aqui, de Tiago Guedes, adaptação da  Trilogia de Jesus, do ganhador do Nobel de Literatura J.M. Coetzee, exibido na  seção Première do Festival de Cannes. BRANCO recebe o Leon Cakoff na abertura  da 50ª Mostra.  

O indiano S.S. RAJAMOULI virou fenômeno mundial com RRR: Revolta, Rebelião,  Revolução (2022), que ganhou o Oscar® de melhor canção original. Ambientado na  Índia colonial da década de 1920, o filme acompanha a amizade fictícia entre dois  revolucionários lendários, Alluri Sitarama Raju e Komaram Bheem, enquanto eles  se unem em uma luta épica contra o domínio britânico. O filme une ação  espetacular e números musicais inacreditáveis com uma temática histórica e social  relevante. 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução ganha apresentação especial na Sala Petrobras  na Mostra, dando chance aos brasileiros de assisti-lo no cinema, já que o longa foi  lançado diretamente no streaming no país. Depois da sessão, RAJAMOULI participa de conversa com o público e recebe o Leon Cakoff.  

Embora o sucesso mundial tenha vindo em 2022, Rajamouli tem uma carreira sólida.  Ele trabalha principalmente no cinema Telugu, mas com alcance pan-indiano,  conectando públicos de vários idiomas e culturas em seu país. Em 2016, recebeu o  prêmio Padma Shri, uma das mais altas honrarias civis da Índia.  

Desde sua estreia na direção com Student No. 1 (2001), dirigiu mais de dez filmes,  como Vikramarkudu (2006), Magadheera (2009) e Seu Crime, Seu Sofrimento (2012). Fez também Baahubali: O Início (2015) e sua sequência Baahubali 2: A  Conclusão (2017), que se tornaram os filmes indianos de maior bilheteria de sua  época, somando 170 milhões de ingressos vendidos. Ele prepara o lançamento de  Varanasi, com Mahesh Babu e Priyanka Chopra Jonas, em 2027. 

  

PRÊMIO HUMANIDADE  

Nascido em Santiago, no Chile, em 1955, e de nacionalidade italiana, MARCO  BECHIS cresceu em São Paulo e Buenos Aires. Ele volta ao Brasil para receber o  Prêmio Humanidade. 

Na capital argentina, em 1977, ele foi preso pela ditadura e depois deportado.  Acabou em Milão, com passagens por Nova York, Los Angeles e Paris. Essa  experiência traumática marcou sua carreira no cinema. Já em 1982, em Milão, ele  fez a videoinstalação Desaparecidos, Dove Sono?, que serviu de base para seu  longa-metragem Garage Olimpo (1999), em que uma ativista adolescente é levada  por um esquadrão paramilitar para uma garagem, onde é torturada.  

Bechis volta ao tema em Retorno a Buenos Aires, exibido em competição no  Festival de Veneza e que é apresentado na 50ª Mostra. No filme, após passar 33  anos na Itália, Mariano Guerra volta à Argentina para testemunhar no julgamento  dos ex-militares que o sequestraram, torturaram e escravizaram durante a  ditadura militar. Ele fica hospedado em uma acomodação disponibilizada pelo  Ministério da Justiça, onde reencontra pessoas que compartilharam seu cativeiro  e aguarda o dia de seu depoimento. Os dias passados com as outras testemunhas,  os encontros e os relatos trazem novamente à tona histórias que permaneceram  sem resolução por décadas. Mariano é um dos poucos sobreviventes daquela  tragédia e carrega um peso que nenhuma sentença poderá aliviar. Seu retorno a  Buenos Aires o obriga a confrontar o que significa ter sobrevivido.  

O filme, que tem a brasileira Paula Cohen no elenco, foi rodado no Brasil e tem entre  seus produtores Cibele Amaral, Patrick de Jongh e André Ristum.  

Em 2008, BECHIS lançou Terra Vermelha, sobre indígenas brasileiros que tentam  retomar seu território originário. 

Para BECHIS, “toda atividade artística é também um ato político”. Mas, em sua  opinião, não basta contar uma história com pano de fundo político, é preciso ser  político também na linguagem visual. 

  

MOSTRINHA  

A 3ª Mostrinha, seção dedicada ao público infantil e juvenil da 50ª Mostra  Internacional de Cinema em São Paulo, leva às telas uma programação que  combina diversidade cultural, diferentes olhares sobre a infância e uma ampla  presença pela cidade. 

Nesta edição, 21 filmes de 20 países integram a seleção, com produções e  coproduções da América Latina, Europa e Ásia. Treze deles são animações, em  diferentes técnicas e linguagens, do stop motion à animação 2D. Outro destaque  nesta edição é a curadoria de filmes recentes, a maior parte produzidos em 2026.  Dos 21 títulos distribuídos nas 105 sessões da Mostrinha, 16 são inéditos no Brasil.  

Apesar da diversidade de países, gêneros e linguagens, os filmes da 3ª Mostrinha encontram pontos de contato ao abordar infância, pertencimento, identidade,  família, amizade e descoberta do mundo. Muitas das histórias colocam crianças e  jovens diante de transformações, perdas, diferenças ou situações que desafiam  aquilo que conheciam, recorrendo à imaginação, à fantasia e à aventura como  formas de compreender e transformar a realidade. Questões contemporâneas  também estão presentes na seleção, como meio ambiente, deslocamento,  desigualdade social, preconceito, diversidade e convivência com as diferenças.  

Em universos que vão do cotidiano às florestas, do circo ao espaço sideral e a  mundos fantásticos, os protagonistas são frequentemente crianças e jovens que  precisam encontrar seu próprio lugar, construir vínculos e descobrir novas maneiras  de olhar para si mesmos e para o mundo. 

A produção brasileira também ocupa espaço importante na programação: dez  títulos têm produção do Brasil, e dois são coproduções com o México. A seleção  conta ainda com nove filmes dirigidos ou codirigidos por mulheres,  correspondendo a quase 44% do total. Entre aventuras, fantasias, dramas, musicais  e histórias sobre família, pertencimento e descoberta, a Mostrinha reúne obras  destinadas a diferentes faixas etárias, dos pequenos espectadores aos  adolescentes. 

A literatura também ocupa um lugar de destaque na 3ª Mostrinha. Oito dos 21 filmes  da seleção têm origem em livros ou obras literárias, aproximando duas linguagens  fundamentais na formação de crianças e jovens. Entre as adaptações estão Clarice  Vê Estrelas, escrito e dirigido por Letícia Pires, que se baseia em seu livro homônimo  neste longa-metragem de abertura da Mostrinha, em estreia mundial; A História  Mais Triste do Mundo, de Hique Montanari, a partir do livro de Mário Corso; Contos  do Jardim Mágico, dirigido por Patrik Pašš Jr., Jean-Claude Rozec, David Súkup e  Leon Vidmar e inspirado na obra de Arnošt Goldflam; Gildo na Mostrinha, de Cesar  Cabral e Thomas Larson, baseado na criação de Silvana Rando; Olivia e o  Terremoto Invisível, de Irene Iborra, adaptação do romance infantojuvenil de  Maite Carranza; Julián, de Louise Bagnall, inspirado no livro de Jessica Love; e A  Luz é Grande, de Markus Duffner, curta português feito a partir do livro de Ana  Pessoa e Joana Estrela. As obras mostram como personagens e universos criados  nas páginas podem ganhar novas formas no cinema, da animação em stop motion  e 2D à ficção, ampliando as possibilidades de diálogo da Mostrinha com escolas,  educadores, famílias e jovens leitores. Para reforçar esta importância, a Casa  Cosmos e o recém-inaugurado Cine Tutu fazem uma parceria que conecta quatro  títulos em exibição na Mostrinha, baseados em livros, e quatro oficinas pensadas  especialmente para os filmes e livros.

A Mostrinha vai estar presente em 27 equipamentos do Circuito Spcine, entre 26  CEUs e o CFC Cidade Tiradentes, alcançando as zonas Leste, Norte, Sul e Oeste. A  programação se completa no CineSesc, Cinesala, Cine Tutu, Espaço Petrobras de  Cinema, Teatro Sérgio Cardoso, Bulevar do Rádio (Sesc Paulista) e Itaú  Cultural. Para reforçar a presença de público, pelo segundo ano, os alunos das  escolas públicas municipais têm transporte garantido para as sessões no Circuito  Spcine, graças ao apoio da Secretaria Municipal de Turismo e da Spcine. 

  

ENCONTRO DE IDEIAS AUDIOVISUAIS  

Pelo sexto ano consecutivo, a Mostra promove o Encontro de Ideias Audiovisuais,  um grande evento do mercado audiovisual para a discussão de ideias, conexões e  formulação de novos projetos. Neste ano, ocorre entre os dias 20 e 23 de outubro,  em novo endereço, no Solar Fábio Prado. 

Estruturado em três pilares, Mercado, Fórum e Da Palavra à Imagem, o evento se  distribui em quatro dias intensos de programação com mesas, debates, painéis,  encontros, lançamentos de livros, mentorias e reuniões one-to-one.  

Os cerca de 70 eventos contam com a participação de mais de 100 convidados,  entre agentes nacionais e internacionais do mercado audiovisual, além de  produtores e diretores do Brasil e do mundo, convidados da Mostra. Entre os nomes  confirmados estão TAMARA TATISHVILI, do Hubert Bals Fund do Festival de  Roterdã, MARIËTTE RISSENBEEK, ex-diretora executiva da Berlinale, OLIVIER  PÈRE, da Arte, e ELENI TZIALLI, do Eye Filmmuseum de Amsterdã. 

A cerimônia de abertura, na terça-feira, 20 de outubro, na Sala Petrobras na  Mostra, se inicia com a entrega do primeiro Prêmio Encontros para OLGA  RABINOVICH, fundadora do Projeto Paradiso, uma homenagem que destaca sua  trajetória de apoio ao desenvolvimento e à internacionalização do audiovisual  brasileiro por meio do Instituto Olga Rabinovich e do Projeto Paradiso. O prêmio  foi criado para enaltecer a filantropia que pode transformar a cultura, com o  encontro entre quem apoia e quem faz a produção audiovisual. 

Logo em seguida, na Sala Petrobras na Mostra, acontece a conversa com JEFF  DEUTCHMAN, presidente de Aquisições, Produção e Desenvolvimento da NEON,  empresa que atua em diferentes etapas do ecossistema audiovisual. Sua presença  no Encontro de Ideias reforça a aposta do evento em novos realizadores do cinema  autoral e em projetos de forte repercussão crítica e comercial. Deutchman está à  frente da estratégia de conteúdo da companhia, participando da aquisição e do  desenvolvimento de títulos que ajudaram a consolidar a NEON como uma das  empresas mais influentes do mercado audiovisual internacional.  

  

LANÇAMENTOS DE LIVROS  

Além de 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de  Cinema em São Paulo e Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que celebram a  edição histórica do evento, acontece o lançamento de outros títulos.


Dentro da programação do Encontro, há os lançamentos de: 

● 100 Filmes Brasileiros Essenciais, org. Danilo Fantinel, Ivonete Pinto e Paulo  Henrique Silva (Editora Literíssima). Do seminal Limite ao sucesso  internacional de O Agente Secreto, o livro traz uma lista de 100 títulos  relevantes de nossa cinematografia. A publicação lançada em parceria com  Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) reúne ensaios  sobre cada filme, escritos por 100 autores diferentes, além de artigos  históricos e analíticos. Em 2016, a associação já havia realizado uma pesquisa  semelhante, também transformada em livro, e essa diferença de dez anos  permite uma interessante leitura em torno de novos olhares e mais  diversidade. 

● Almodóvar: Cores da Paixão, de Felipe Fornari (Edição Quadro por Quadro).  Uma viagem pela vida e obra de Pedro Almodóvar, cineasta que transformou  desejo, transgressão, memória e paixão em uma linguagem inconfundível.  De seus primeiros filmes na Espanha pós-Franco à maturidade artística, o  volume percorre mais de quatro décadas de cinema para revelar as marcas,  personagens e emoções que definem seu universo. 

● Cinema em Palavras: 35 Anos de Crítica no Estadão, de Luiz Zanin Oricchio  (Letramento). Um dos principais nomes da crítica brasileira, Luiz Zanin  Oricchio reúne a essência de um trabalho contínuo de quase quatro décadas  num dos jornais mais influentes do país. Das mais de 4 mil críticas publicadas,  o jornalista selecionou 210 textos que traçam um panorama brilhante da  produção cinematográfica contemporânea, com um olhar único sobre o  cinema nacional.  

● Conversas no Cinema, de José Geraldo Couto (Letramento). Seleção de  textos sobre cinema produzidos por José Geraldo Couto em quatro décadas  de atividade jornalística e crítica em alguns dos principais veículos de mídia  impressa e digital do país. São críticas, entrevistas e reportagens que  compõem um amplo e diversificado painel da produção cinematográfica das  últimas décadas, no Brasil e no mundo, relacionando-a sempre com a  história, a cultura e as condições sociais.  

● Quem É Viva Sempre Aparece, de Ana Maria Magalhães (7Letras).  Autobiografia da atriz descoberta pelo cinema ainda adolescente e que  estreou nos palcos com o Teatro Oficina. Durante a ditadura, participou da  mobilização da classe artística contra a censura. Protagonizou Como Era  Gostoso o Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos, e atuou em filmes de  Glauber Rocha, Cacá Diegues, Hector Babenco e Manoel de Oliveira. Mais  tarde, firmou-se como realizadora de documentários premiados, entre eles,  Já que Ninguém me Tira pra Dançar, sobre a amiga Leila Diniz. A sua  autobiografia atravessa o palco, o cinema de invenção, a memória íntima e  a interpretação do Brasil.


A programação da Mostra abriga os lançamentos de: 

● O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Editora Amarcord). A  publicação conta com o roteiro do longa-metragem, textos do cineasta e de 

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Wagner Moura, premiado na categoria de melhor ator de drama no Globo de  Ouro e indicado ao Oscar®, além de imagens exclusivas do storyboard que  deu origem ao filme.  

● Iguarias de Trancoso, de Morena Leite, Alexandra Forbes e João Farkas  (Instituto Capim Santo - editora social). Mergulho afetivo nos sabores e  histórias desse vilarejo encantado. A chef Morena Leite, ao lado da jornalista  Alexandra Forbes e do fotógrafo João Farkas, reúne receitas autorais e  tradicionais, personagens locais e afetos que se cruzam à mesa. Um livro que  celebra a cultura, os ingredientes e as memórias de Trancoso, em um  mosaico de cores, saberes e sabores.  

● As Aventuras Gastronômicas da Manu, de Manuela Leite Monteiro (Instituto  Capim Santo - editora social). Acompanha Manu Leite em uma viagem pelo  Brasil com a trupe do Cirque du Soleil, onde sua mãe, a chef Morena Leite,  era a chef oficial. Em cada região visitada, Manu descobre ingredientes 

locais, comidas típicas, pontos turísticos e curiosidades geográficas. Uma  jornada lúdica e saborosa que apresenta a diversidade do Brasil por meio da  gastronomia, da cultura e da infância curiosa.  

  

PAÍSES PARTICIPANTES  

Filmes vindos do mundo inteiro são selecionados para a Mostra. Nesta 50ª edição,  até agora mais de 90 países estão representados. São eles: África do Sul, Albânia,  Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria,  Bangladesh, Bélgica, Benim, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Camarões,  Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chile, China, Chipre, Colômbia, Coreia do  Sul, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, Egito, Eslováquia, Eslovênia, Espanha,  Estônia, EUA, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiné 

Bissau, Hong Kong, Hungria, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Irlanda, Israel, Itália,  Japão, Jordânia, Kosovo, Letônia, Líbano, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia do  Norte, Malásia, Mauritânia, México, Montenegro, Nepal, Nigéria, Noruega, Países  Baixos, Palestina, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Quirguistão, Reino  Unido, República Tcheca, Romênia, Rússia, Senegal, Sérvia, Singapura, Síria,  Somália, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan, Turquia, Ucrânia, Uruguai, Venezuela,  Vietnã.  


EXIBIÇÕES EM BELÉM + ITINERÂNCIA DO SESC  

Nesta 50ª edição, o evento parte novamente para Belém, pela terceira vez, no Cine  Líbero Luxardo (Avenida Gentil Bitencourt, 650, Nazaré), equipamento de cultura  vinculado à Fundação Cultural do Estado do Pará, entre os dias 22 e 28 de outubro.  

A tradicional itinerância promovida pelo Sesc por cidades paulistas ocorre em dez  unidades da instituição. Seis filmes da 50ª Mostra serão exibidos em Araraquara,  Birigui, Campinas, Franca, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio  Preto, São Carlos e Taubaté.  

  

REALIDADE VIRTUAL  

Pelo sétimo ano, a Mostra tem em sua programação filmes em realidade virtual,  que propõem uma forma nova de imersão e interação. As produções no formato  estarão em cartaz no CineSesc e no Solar Fábio Prado.


PREMIAÇÃO  

A 50ª Mostra concede o Troféu Bandeira Paulista (uma criação da artista plástica  Tomie Ohtake) aos filmes da Competição Novos Diretores. Os longas desta seção  mais votados pelo público após as exibições da primeira semana do evento são  submetidos ao júri, que escolhe os vencedores nas categorias melhor filme de  ficção e melhor documentário — se os jurados desejarem, outras categorias  também podem ser premiadas —, apresentados na cerimônia de premiação do  festival. 

Integram o júri desta edição o cineasta estadunidense Boots Riley, o cineasta  iraniano Ali Asgari, o diretor colombiano César Augusto Acevedo e a diretora  brasileira Laís Bodanzky. 

Além de votar nas obras da Competição Novos Diretores, o público também escolhe  o melhor filme estrangeiro e o melhor brasileiro. 

Há também o prêmio dado pela crítica, escolhido por um grupo de jornalistas  especializados em cinema que cobrem o evento e que, desde 2001, escolhem o  melhor filme estrangeiro e melhor filme brasileiro da programação.  

Outras premiações também serão entregues no encerramento do festival: 

● A Netflix entrega pelo quarto ano consecutivo um prêmio, concedido a um  título brasileiro participante da 50ª Mostra que ainda não tenha contrato com  um serviço de streaming, a partir da escolha de uma comissão julgadora  independente liderada pela plataforma. O vencedor do Prêmio Netflix vai ser  adquirido pela empresa e exibido em diversos países. 

● O Projeto Paradiso também volta a oferecer o Prêmio Paradiso, de apoio à  distribuição nos cinemas a um dos filmes da seção Mostra Brasil. Esse auxílio  visa o lançamento comercial da obra escolhida e estimula a conexão com o  público. A escolha do vencedor será feita por meio de uma comissão externa  a partir dos títulos mais votados pelo público. 

● Também vai ser entregue o 4º Prêmio BRADA, de direção de arte, escolhido  pelo BRADA, coletivo de diretoras de arte do Brasil, que traz a visão de  profissionais mulheres sobre o audiovisual, destacando o trabalho criativo,  visual e sensorial da direção artística. 

● Em sua segunda edição, o Prêmio Prisma Queer, premiação independente  abrigada na Mostra, visa celebrar, visibilizar e fomentar a produção  audiovisual LGBTQIA+ no Brasil e no mundo.  


CONVIDADOS  

Estão confirmadas, até o momento, as vindas dos membros do júri, além do diretor  James Gray, de Tigre de Papel; do produtor Paulo Branco, de filmes como O Estado  das Coisas; do diretor S.S. Rajamouli, de RRR: Revolta, Rebelião, Revolução; da  cantora Carminho e diretora Ana Rocha de Sousa, de Neste Quarto; da diretora  Jeong Ji-hye, de Lua Cheia; do diretor Tawfik Sabouni, de O Outro Lado do Sol; da  diretora Tamara Stepanyan, de Na Terra de Arto; do diretor Rainer Frimmel, de O  Homem Mais Solitário da Cidade; do diretor Denis Côté, de A Violência de Ninguém.    

  

CENTRAL DA MOSTRA  

A Central da Mostra (Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2.073) retorna com um  balcão de informações que funciona também para venda de produtos ligados ao  evento, como livros, cartazes, bolsas, camisetas e canecas, de 5 a 14 de outubro,  das 12h às 18h (diariamente). Já de 15 a 29 de outubro, a Central está aberta das  11h às 21h (segunda a sábado) e das 11h às 20h (domingo). 

No Solar Fábio Prado, um stand disponibiliza produtos ligados ao evento de 15 a 29  de outubro, funcionando das 10h às 21h (segunda a sexta) e das 9h às 21h (sábado  e domingo). O Cultura Artística também vai ter um stand funcionando de 19 de  outubro a 01 de novembro, das 13h às 21h. 

  

APLICATIVOS 

Programação completa, lista de favoritos e compra de ingressos estão disponíveis  no aplicativo da Mostra, que pode ser baixado a partir da próxima semana em  celulares com sistemas operacionais Android, pela Google Play, e iOS, pela App  Store. O programa permite ainda a criação de agenda com datas e horários dos  títulos escolhidos e, para credenciados, é possível reservar entradas. 

A Mostra também conta com o aplicativo da MLoad para a disponibilização de  recursos de acessibilidade a um recorte de filmes da seleção.  

  

PARCEIROS DA 50ª MOSTRA  

  

HOTEL  

O Radisson Hotel Paulista (Alameda Santos, 85) é o hotel parceiro oficial da Mostra  Internacional de Cinema em São Paulo. 

ACESSIBILIDADE  

As mesas do VI Encontro de Ideias Audiovisuais têm intérpretes de libras em parceria com  a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. 

A Mostra também conta com o aplicativo da MLoad para a disponibilização de recursos de  acessibilidade em mais de 80 títulos da seleção. 

  

BEBIDAS

Águas Prata, que celebra 150 anos este ano, distribui água na abertura da 50ª Mostra e  durante todo o VI Encontro de Ideias Audiovisuais.


LIVRARIA 

A Livraria da Travessa vai ter um stand no Solar Fábio Prado durante todo o evento. 

  

RESTAURANTES  

Almanara (várias unidades), Astor (várias unidades), Bar Balcão (Rua Dr. Melo Alves, 150 – Cerqueira César), Bella Paulista (Rua Haddock Lobo, 354 – Cerqueira César), Blue Note São  Paulo (Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2.073 - 2º andar), Dalva e Dito (Rua Padre João  Manuel, 1.115 – Cerqueira César), Gula Gula (Rua Padre João Manuel, 109 – Cerqueira  César), Le Jazz Brasserie (Rua dos Pinheiros, 254), Nou (vários endereços), Ráscal (Conjunto Nacional - Alameda Santos, 2.152 – Cerqueira César), Spot Restaurante (Alameda  Ministro Rocha Azevedo, 72), Tordesilhas (Alameda Tietê, 489 – Jardins), Z Deli (Rua  Francisco Leitão, 16 – Pinheiros | Rua Bento Freitas, 314 – República). 


MARCAS PRESENTES NO SOLAR FÁBIO PRADO DURANTE O EVENTO  Pizza Al Cinema, La Casa Empanadas, Oba Pipoca, The Coffee e Restaurante Capim Santo.


SERVIÇO   

Circuito pago 

CINE BELAS ARTES | Sala: 1 – Leon Cakoff 

CINE SATO 

CINE SATYROS BIJOU 

CINE SEGALL – MUSEU LASAR SEGALL 

CINE TUTU 

CINEMATECA BRASILEIRA | Sala Grande Otelo, Sala Oscarito 

CINESALA 

CINESESC 

CINESYSTEM BELAS ARTES FREI CANECA | Salas: 1, 2, 3, 4 e 5 

CULTURA ARTÍSTICA 

ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA | Salas: 1, 2 e 3 

IMS Paulista (a primeira sessão do dia é gratuita) 

MIS 

RESERVA CULTURAL | Salas: 1 e 2 

SOLAR FÁBIO PRADO | Sala Petrobras na Mostra 

Circuito valores populares 

Spcine OLIDO 

CCSP – Centro Cultural São Paulo | Sala Paulo Emílio  

Circuito gratuito  

BULEVAR DO RÁDIO  

CINUSP 

ITAÚ CULTURAL 

TEATRO SÉRGIO CARDOSO 

Circuito Spcine - gratuito

Centro de Formação Cultural Cidade  Tiradentes 

CEU Aricanduva 

CEU Barro Branco 

CEU Butantã 

CEU Caminho do Mar 

CEU Carrão 

CEU Feitiço da Vila 

CEU Freguesia do Ó 

CEU Jaçanã 

CEU Jambeiro 

CEU Meninos 

CEU Parque do Carmo 

CEU Parque Novo Mundo 

Sessões especiais 

Sala São Paulo 

PERMANENTES E PACOTES DE INGRESSOS  

CEU Parque Veredas CEU Paz 

CEU Perus 

CEU Pinheirinho CEU Quinta do Sol CEU São Miguel CEU São Pedro 

CEU São Rafael CEU Taipas 

CEU Tremembé 

CEU Três Lagos CEU Vila Alpina 

CEU Vila Atlântica CEU Vila do Sol 


A partir do dia 10 de outubro, sábado, tem início a venda das permanentes e pacotes  pelo site do evento.  

:: A troca de ingresso ocorre pelo site, 5 dias antes de cada sessão. :: ::: É possível reservar ingresso no dia da sessão pelo aplicativo, desde que disponível. ::: :::: O cancelamento do ingresso pode ser feito até 4 horas antes do horário da sessão. :::: 

* Permanente Integral (todos os dias, qualquer horário e sessões especiais): R$ 640,00 ** Permanente Especial (para sessões de 2ª a 6ª feira até às 17h55, inclusive - não  contempla finais de semana nem sessões noturnas): R$ 160,00 

*** Pacote de 40 ingressos: R$ 440,00 

**** Pacote de 20 ingressos: R$ 270,00


INGRESSOS AVULSOS 

:: A compra de ingresso ocorre pelo site, 4 dias antes de cada sessão. :: ::: É possível comprar ingresso no dia da sessão pelo aplicativo, desde que disponível. ::: :::: No dia da sessão, uma pequena cota fica disponível para compra diretamente na  bilheteria do cinema. :::: 

::::: O cancelamento do ingresso pode ser feito até 4 horas antes do horário da sessão. ::::: 

*Segundas, terças, quartas e quintas: R$ 26,00 (inteira) | R$ 13,00 (meia) *Sextas, sábados e domingos: R$ 32,00 (inteira) | R$ 16,00 (meia) 

:: IMPORTANTE! Desde 2025, a ticketeira contratada pela Mostra implementou melhorias  no processo de compra de ingressos. Agora, o sistema da Velox faz uma reserva imediata  no momento em que o cliente seleciona o ingresso, antes mesmo de entrar na seção de  pagamento, garantindo que a plataforma valide a disponibilidade logo no início. Caso não  haja mais vagas, o cliente é informado imediatamente, sem precisar fazer todo o processo.  Assim, a sessão é automaticamente bloqueada para novas tentativas quando atingir a  lotação ::


3ª MOSTRINHA 

Sessões nos endereços do circuito Spcine (26 CEUs e CFC Cidade Tiradentes), na Sala  Petrobras na Mostra, Teatro Sérgio Cardoso, Bulevar do Rádio (Sesc Paulista) e Itaú  Cultural são gratuitas. Já as exibições no Cinesala, no CineSesc, no Cine Tutu e no Espaço  Petrobras de Cinema são pagas, com valores de R$ 32,00 (inteira) e R$ 16,00 (meia). No  CineSesc, menores de 12 anos entram gratuitamente. 

  

INGRESSOS | CIRCUITO COM PREÇOS POPULARES  

Circuito Spcine: CCSP - Centro Cultural São Paulo | Paulo Emílio e Spcine Olido: R$ 4,00 e  R$ 2,00. 

:: COTAS DE INGRESSOS :: 

As cotas de ingressos para a 50ª Mostra estão divididas assim: até 60% dos ingressos são  voltados para a troca dos credenciados, ao menos 30% para a venda de ingressos  avulsos e ao menos 10% para a venda nas bilheterias dos cinemas.  


Press release by 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo


Esse conteúdo faz parte do projeto Mona Cultural e conta com o apoio de Dicas do Dia e CareUp

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