A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo chega aos seus 50 anos. A edição histórica ocorre entre os dias 15 e 29 de outubro e exibe, entre longas, curtas e séries, 380 títulos de 93 países em 57 salas de cinema, espaços culturais e CEUs espalhados pela capital paulista, além de diversos eventos e comemorações da data especial.
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| A caça - Mads Mikkelsen - Créditos: Per Arnesen |
Novamente, a Mostra conta com um espaço temporário, a Sala Petrobras na Mostra, que neste ano fica no Solar Fábio Prado, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano, abrigando o VI ENCONTRO DE IDEIAS AUDIOVISUAIS, uma exposição, além de sessões especiais, algumas delas gratuitas, e masterclasses.
Na quarta-feira, 14 de outubro, acontece a abertura para convidados da 50ª Mostra, na Sala São Paulo, com o longa-metragem Tigre de Papel, de James Gray, exibido na competição do Festival de Cannes. O cineasta estadunidense vai estar na sessão especial. Antes, é apresentado o curta-metragem Sul de Teerã, do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, que também comparece ao evento. Na ocasião, o produtor português PAULO BRANCO recebe, em mãos, o Prêmio Leon Cakoff. Uma retrospectiva traz uma seleção de suas mais de 300 produções, incluindo A Cidade dos Piratas (1983), de Raúl Ruiz, em cópia 35mm, e O Rei das Rosas (1986), de Werner Schroeter, em restauro inédito.
Além de abrir o evento com seu filme, JAMES GRAY é o autor da arte do cartaz da 50ª edição. Ele também é homenageado com uma retrospectiva e com o Prêmio Leon Cakoff, que é entregue em evento aberto ao público com exibição de Tigre de Papel, seguida de conversa do diretor com o cineasta Walter Salles, na quinta-feira, 15 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra.
A celebração dos 50 Anos conta com as exposições TEMPO E MOVIMENTO: Os 50 anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no Solar Fábio Prado, concebida pela cineasta e multiartista Daniela Thomas, e STEPS – Fotografias Inéditas de Abbas Kiarostami, no MIS. No dia 24 de outubro, no MIS, há a exibição do curta Me Leve pra Casa e do documentário 24 Frames, ambos de 2016, seguida de um debate entre o filho de Abbas, AHMAD KIAROSTAMI, e o diretor argentino LISANDRO ALONSO, que adapta Gosto de Cereja (1997) para a América Latina com Wagner Moura no papel principal.
O lançamento dos livros Antes que eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com memórias da diretora Renata de Almeida, pela Cosac, e 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo também faz parte das homenagens à data especial.
A 50ª edição também marca o lançamento de uma nova plataforma, o Acervo, que reúne 50 anos de história da Mostra e informações sobre mais de 12 mil filmes.
Ainda como parte das comemorações, a Sessão 50 Anos exibe Fjord, dirigido pelo romeno Cristian Mungiu, vencedor da Palma de Ouro em Cannes e distribuído no Brasil pela Diamond Films, no dia 19 de outubro, no Cultura Artística. Na sequência, há sorteio de brindes comemorativos da data especial.
A 50ª Mostra também apresenta o Leão de Ouro em Veneza, Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy.
Pelo sexto ano consecutivo, a Mostra promove o Encontro de Ideias Audiovisuais, de 20 a 23 de outubro, no Solar Fábio Prado, com debates, painéis e oportunidades de networking.
A cerimônia de abertura do VI Encontro de Ideias Audiovisuais, no dia 20 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra, começa com a entrega do primeiro Prêmio Encontros para OLGA RABINOVICH, fundadora do Projeto Paradiso, uma homenagem que destaca sua trajetória de apoio ao desenvolvimento e à internacionalização do audiovisual brasileiro por meio do Instituto Olga Rabinovich e do Projeto Paradiso. O prêmio foi criado para enaltecer a filantropia que pode transformar a cultura, com o encontro entre quem apoia e quem faz a produção audiovisual.
Na sequência, acontece a mesa de abertura do VI Encontro, também na Sala Petrobras na Mostra, com JEFF DEUTCHMAN, presidente de Aquisições, Produção e Desenvolvimento da NEON.
O cineasta estadunidense BOOTS RILEY (Desculpe te Incomodar, de 2018) vem à 50ª Mostra para apresentar seu novo filme, I Love Boosters, participar de conversa com o público e fazer parte do júri da Competição Novos Diretores, assim como o iraniano ALI ASGARI, que exibe Um Pouco de Esperança, em competição no último Festival de Veneza.
Além de Boots Riley e Ali Asgari, completam o júri o diretor colombiano CÉSAR AUGUSTO ACEVEDO e a diretora brasileira LAÍS BODANZKY.
O diretor indiano S.S. RAJAMOULI apresenta pessoalmente uma sessão especial de RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (2022), vencedor do Oscar® de melhor canção e sensação mundial. É a chance de assistir na tela grande ao longa-metragem, que no Brasil só estreou no streaming, e depois conversar com o diretor, que recebe o Prêmio Leon Cakoff, no dia 19 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra, localizada no Solar Fábio Prado.
Amor Possível, do sul-coreano Lee Chang-dong e vencedor do Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri no último Festival de Veneza, é uma das atrações da programação da 50ª Mostra.
Do mesmo Festival de Veneza, vem Musk, documentário abrangente de Alex Gibney sobre Elon Musk.
O Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen, estrelado por Javier Bardem e exibido em competição no Festival de Cannes, também vai ser exibido.
A 50ª Mostra apresenta diversos filmes que se destacaram nos principais festivais internacionais, como a Palma de Ouro em Cannes Fjord, de Cristian Mungiu, e o Leão de Ouro em Veneza Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, além de Look Back, de Hirokazu Kore-eda, Retorno a Buenos Aires, de Marco Bechis, Homem ao Mar, de Gael García Bernal, Deixem-nos Passar, Caros Ancestrais, de Lav Diaz, Tigre de Papel, de James Gray, O Sentido da Vida, de Ryûsuke Hamaguchi, A Aventura Sonhada, de Valeska Grisebach, Everytime, de Sandra Wollner, Eu Vejo Edifícios Caírem como Raios, de Clio Barnard, Iron Boy, de Louis Clichy, Minotauro, de Andrey Zvyagintsev, A Terra do Meu Pai, de Pawel Pawlikowski, Um Dia na Vida de Jo: Capítulo Fedra, de Jacqueline Lentzou, A Casa do Vento, de Auguste Bernard Kouemo Yanghu, Às Vezes Sinto Tristeza, Outras Vezes Revolta, de Maria Aparicio, 17, de Kosara Mitić, O Dia em que Ela Volta e Onde Repousar Meus Olhos, ambos de Hong Sang-soo, Wolfram, de Warwick Thornton, Aqui Não É o Seu Lugar, de Florin Şerban, A Violinista, de Ervin Han e Raúl García, Variações Sobre um Tema, de Jason Jacobs e Devon Delmar, e Ha-Chan, De Volta à Dança!, de Josef Kubota Wladyka, entre outros.
O Displacement Film Fund, proposto pela atriz Cate Blanchett, embaixadora do ACNUR (Agência da ONU para Refugiados), e realizado com o Fundo Hubert Bals do Festival de Roterdã, financiou a realização de cinco curtas-metragens de cineastas refugiados ou que fazem filmes respeitosos sobre pessoas deslocadas. A primeira leva de produções, dirigidas por Mohammad Rasoulof (O Sentido da Água), Maryna Er Gorbach (Rotação), Mo Harawe (Sussurros de um Aroma em Chamas), Hasan Kattan (Aliados no Exílio) e Shahrbanoo Sadat (Super Academia Afegã), tem exibição na Mostra.
O Outro Lado das Redes, de Aaron Sorkin, com Jeremy Strong, Jeremy Allen White e Mikey Madison, e Ray Gunn, animação para adultos dirigida por Brad Bird, também integram a seleção da 50ª Mostra.
A Mostrinha, dedicada ao público infantil, chega à terceira edição com 20 longas e um curta de 20 países. Treze são animações. Dez filmes têm produção brasileira, e nove contam com mulheres na direção ou codireção. Clarice Vê Estrelas, escrito e dirigido por Letícia Pires e baseado em seu livro, é o filme de abertura da Mostrinha, em estreia mundial, na Sala São Paulo, em 15 de outubro, com a presença da equipe e elenco. A arte do pôster da 3ª Mostrinha é um trabalho do escritor, jornalista e ilustrador Ziraldo (1932-2024). A programação amplia sua presença pela cidade por meio de 27 equipamentos do Circuito Spcine, entre 26 CEUs e o CFC Cidade Tiradentes, distribuídos pelas zonas Leste, Norte, Sul e Oeste, além da Sala Petrobras na Mostra, CineSesc, Cine Tutu, Cinesala, Espaço Petrobras de Cinema, Teatro Sérgio Cardoso, Boulevard do Rádio (Sesc Paulista) e Itaú Cultural.
Como já é tradição na Mostra, a 50ª edição promove conversas e masterclasses com cineastas. A masterclass gratuita O Cinema de Contrapartida em Territórios de Conflito, com ELIANE E CARLA CAFFÉ, é voltada para estudantes de escolas públicas e para o público em geral e acontece no dia 19 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra, que fica no Solar Fábio Prado.
A conversa com WALTER SALLES a respeito de sua série Sócrates Brasileiro, sobre o jogador de futebol do Corinthians e da Seleção Brasileira, ocorre no dia 23 de outubro, no Espaço Petrobras de Cinema, após a exibição de dois episódios em finalização.
Sócrates Brasileiro é apenas uma das produções da seção Mostra em Série, que apresenta ainda Coligay – A Torcida Impossível, de Paulo Machline, sobre a torcida gay do Grêmio criada na ditadura, Colônia - Segunda Temporada, de André Ristum, sobre os abusos no hospital psiquiátrico em Barbacena, Leve Chico, de Marianna Brennand, em que artistas reinterpretam as canções de Chico Buarque, O Oligarca e o Negociante de Arte, de Andreas Dalsgaard, sobre a guerra entre dois empresários, exibida em Sundance, além do restauro da minissérie A Casa no Bosque (1971), de Maurice Pialat, sobre uma vila francesa durante a Primeira Guerra Mundial.
A música é um dos destaques desta 50ª edição, em obras como Neste Quarto, de Ana Rocha de Sousa, sobre a cantora portuguesa Carminho, que vem à Mostra para acompanhar o filme; Tribalistas: O Baú da Hora Fértil, de Dora Jobim; Behemoth: Uma Vida Composta em Peças, de Tony Gilroy; Ensaiando o Brasil, de Elisa Bracher, sobre a Orquestra Jovem Tom Jobim; Nino – Um Filme sobre Nino Rota, de Walter Fasano; e Joy of Joys, de Jonathan Glazer, um curta-metragem sobre as gravações do álbum HELP(2), registradas pelos olhares de crianças londrinas, enquanto meninos e meninas em zonas de conflito documentam sua realidade.
Nascido no Chile, de nacionalidade italiana, o diretor Marco Bechis foi criado em São Paulo e Buenos Aires. Ele vem à Mostra para ser homenageado com o Prêmio Humanidade e apresentar seu filme Retorno a Buenos Aires, exibido em competição no Festival de Veneza, sobre um ex-prisioneiro da ditadura militar argentina que volta ao país para testemunhar no julgamento dos ex-militares.
A 50ª Mostra exibe O Primeiro Ano (1972) e as três partes de A Batalha do Chile (1975-1979), documentários seminais de Patricio Guzmán, morto recentemente.
A restauração de Aurora, produção de F.W. Murnau de 1927, ganha duas sessões no Teatro Cultura Artística, nos dias 23 e 24 de outubro, com a trilha sonora executada ao vivo pela ORQUESTRA JAZZ SINFÔNICA.
A lista de outros restauros na 50ª Mostra incluem os nacionais Vento Norte (1951), de Salomão Scliar, Lá e Cá (1995), de Sandra Kogut, e Janela da Alma (2001), de João Jardim e Walter Carvalho, e dos internacionais Despedida de Ontem (1966), de Alexander Kluge, e Robert Wilson & The CIVIL WarS (1987), de Howard Brookner.
Oito filmes recém-restaurados do cineasta armênio-soviético ARTAVAZD PELECHIAN, autor de um cinema de difícil categorização, ganham espaço na Mostra: Patrulha da Montanha (1964), Terra do Povo (1966), O Começo (1967), Nós (1969), As Estações (1975), Nosso Século (1982), Fim (1992) e Vida (1993).
O cineasta polonês ANDRZEJ WAJDA, que documentou a história de seu país no século 20 e completaria cem anos em 2026, é celebrado na 50ª Mostra com a exibição de cópias restauradas de Cinzas e Diamantes (1958), O Bosque de Bétulas (1970) e Sem Anestesia (1978).
Vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes com Minotauro, incluído na programação da Mostra, ANDREY ZVYAGINTSEV tem seus dois primeiros longas metragens exibidos nesta edição: O Retorno (2003), Leão de Ouro em Veneza, e O Desterro (2007), que levou o prêmio de melhor ator em Cannes para Konstantin Lavronenko.
Minotauro, submetido pela França, é uma das 21 produções aptas a concorrer ao Oscar® de filme internacional na programação da Mostra, seja por ter sido indicada por seu país ou pela nova regra dos vencedores de competições de festivais como Sundance, Cannes e Veneza. A lista também inclui o brasileiro Feito Pipa, de Allan Deberton, o romeno Fjord, de Cristian Mungiu, Palma de Ouro em Cannes, o dinamarquês Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, Leão de Ouro em Veneza, e o nepalês Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah.
Mais uma vez, a Mostra tem uma programação de realidade virtual. As produções vão estar disponíveis no CineSesc e no Solar Fábio Prado.
Nesta 50ª edição, o evento parte pela terceira vez para Belém, no Cine Líbero Luxardo (Avenida Gentil Bitencourt, 650, Nazaré), equipamento de cultura vinculado à Fundação Cultural do Estado do Pará, entre os dias 22 e 28 de outubro.
A tradicional itinerância promovida pelo Sesc por cidades paulistas vai ocorrer em dez unidades da instituição. Seis filmes da 50ª Mostra vão ser exibidos em Araraquara, Birigui, Campinas, Franca, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Preto, São Carlos e Taubaté.
A Netflix volta a entregar um prêmio no festival. A honraria vai ser concedida a um filme brasileiro da programação da Mostra que ainda não tenha contrato com um serviço de streaming.
Pela quarta vez é entregue o Prêmio Paradiso para um dos títulos selecionados da seção Mostra Brasil. A premiação vai apoiar a distribuição da obra nas salas de cinema do país.
Também pelo quarto ano, o coletivo BRADA, de diretoras de arte, premia a direção de arte de um filme.
O Prêmio Queer é uma premiação independente abrigada na Mostra que visa celebrar, visibilizar e fomentar a produção audiovisual LGBTQIA+ no Brasil e no mundo.
Programação completa, lista de favoritos e compra de ingressos estão disponíveis no aplicativo da Mostra, que pode ser baixado a partir da próxima semana em celulares com sistemas operacionais Android, pela Google Play, e iOS, pela App Store. O programa permite ainda a criação de agenda com datas e horários dos títulos escolhidos e, para credenciados, é possível reservar entradas.
PATROCINADORES
PETROBRAS
A Petrobras se orgulha de ser parceira da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, especialmente neste ano em que comemora seus 50 anos, reafirmando seu compromisso com a cultura e o audiovisual brasileiro. A Mostra é um projeto de grande relevância, que amplia o acesso à programação cultural, incentiva a diversidade de perspectivas e estimula o encontro entre filmes, realizadores e público, por meio de uma programação plural que mobiliza o olhar da cidade.
ITAÚ
O Itaú Unibanco é o maior banco privado da América Latina em volume de receita e carteira de crédito, com presença em 18 países e mais de 70 milhões de clientes. Como banco universal, atua de forma integrada em Varejo, Atacado e Investimentos, oferecendo soluções financeiras para pessoas, empreendedores e empresas de diferentes portes. O banco possui posição de liderança em segmentos como alta renda e agronegócio e investe continuamente em tecnologia e inovação — com uso intensivo de dados e inteligência artificial — para aprimorar a experiência dos clientes e ampliar sua atuação consultiva. Seu propósito é promover o bem-estar financeiro e contribuir para a prosperidade do país, apoiando clientes com soluções e assessoria em suas jornadas de crescimento, inclusão social e transição para uma economia de baixo carbono.
SESC
Parceiro da Mostra desde sua primeira edição, o Sesc São Paulo, que comemora 80 anos em 2026, recebe sessões e exibições em realidade virtual no CineSesc, de 15 a 29 de outubro, e exibições no Boulevard do Rádio na Avenida Paulista. A programação inclui um cineconcerto de Abujamra com vinhetas de algumas edições no Sesc 24 de maio. A parceria se desdobra na Repescagem, no CineSesc, de 30 de outubro a 4 de novembro, e na itinerância por dez unidades do interior, ampliando o alcance da Mostra.
SPCINE
A Spcine, empresa de fomento ao audiovisual da Prefeitura de São Paulo, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, patrocina mais uma vez a Mostra Internacional de Cinema, levando-a a diversos territórios da cidade. Na 50ª edição do evento, haverá sessões nas salas do Circuito Spcine, localizadas no Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural Olido e CEUs - com direito a sessão com debate -, garantindo que a programação seja acessada com facilidade do centro às periferias. Realizaremos também a Mostrinha, programação pensada exclusivamente para os pequenos, em sessões especiais nos CEUs durante uma semana com foco em formação de público.
COMPENSAÇÃO AMBIENTAL
Desde a 39ª edição, em 2015, a Mostra Internacional de Cinema compromete-se a compensar suas emissões de CO², contratando uma empresa especializada em neutralizá las através da quantificação e da compensação ambiental, por meio da aquisição de créditos de carbono oriundos de projetos de preservação florestal.
PATROCINADORES DA 50ª MOSTRA
Neste ano, a Mostra conta com o patrocínio master da PETROBRAS, o patrocínio do ITAÚ, a parceria institucional do SESC, a parceria da SPCINE e da Prefeitura de São Paulo, o fomento do ProAC – Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, a colaboração da EMBRATUR e da NETFLIX, o apoio do PROJETO PARADISO, a promoção da GLOBOFILMES, do CANAL BRASIL, da FOLHA DE S.PAULO, da TV CULTURA, da ARTE 1, do INSTITUTO BANDEIRANTES e da REVISTA PIAUÍ, o apoio técnico da QUANTA e do CULTURA ARTÍSTICA. Realização: MINISTÉRIO DA CULTURA, através da LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA.
50 ANOS DA MOSTRA
São muitas as comemorações da histórica 50ª edição. Concebida pela cineasta e multiartista Daniela Thomas, com cenografia dela e de Felipe Tassara, a exposição TEMPO E MOVIMENTO: Os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no Solar Fábio Prado, resume visualmente as cinco décadas de história do evento dirigido por Renata de Almeida e criado em 1977 por Leon Cakoff.
O título faz referência à frase dita por Tomie Ohtake quando apresentava a arte da 17ª Mostra: “Para mim cinema é isso, tempo e movimento”. Nesses 49 anos, 11.692 filmes de 8.474 cineastas foram exibidos no evento, que promoveu outros milhares de encontros entre diretores e espectadores.
A relação de Abbas Kiarostami (1940-2016) com a Mostra é longa e rica. Desde Onde Fica a Casa do Meu Amigo? (1987), todos os seus filmes foram exibidos no evento, e ele esteve em São Paulo como membro do júri e como homenageado. Na 50ª edição, ele não poderia faltar. A exposição STEPS – Fotografias Inéditas de Abbas Kiarostami, que fica aberta entre 20 de outubro e 8 de novembro no MIS, traz 60 imagens em preto e branco de escadarias registradas ao redor do mundo pelo diretor.
Pela primeira vez, a coleção e o curta Me Leve pra Casa (2016), construído a partir das fotografias e concebido para ser visto junto às imagens, serão apresentados em conjunto. No dia 24 de outubro, no MIS, há a exibição do curta, finalizado após a morte do diretor por seu filho Ahmad, e do último longa de Kiarostami, 24 Frames
(2016), que expõe seu fascínio pela fotografia. Na sequência, Ahmad conversa com o diretor argentino Lisandro Alonso, que prepara uma versão latina de Gosto de Cereja (1997) estrelada por Wagner Moura. Alonso também está na Mostra seu mais recente filme, La Libertad Doble. que estreou mundialmente na Quinzena de Cineastas em Cannes.
As celebrações da 50ª edição também contam com o lançamento de dois livros: 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
Uma das marcas da Mostra são os cartazes: a cada ano, um artista ou cineasta recebe o convite para criar a arte do pôster. Fotografia, desenho, pintura, vale tudo, com total liberdade para o criador. Essa diversidade faz com que cada edição tenha sua marca própria, que agora pode ser levada para casa no livro 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Com 124 páginas em formato de 31cm x 39,5cm, traz todos os cartazes da Mostra e da Mostrinha e uma breve história por trás de cada um deles. Quem quiser pode destacar seu pôster preferido – ou vários. O lançamento oficial acontece na abertura para a imprensa e convidados da exposição TEMPO E MOVIMENTO: Os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no dia 3 de outubro.
Em Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, a diretora Renata de Almeida coloca no papel suas memórias desde que começou a trabalhar no evento, em 1989. São histórias divertidas e de resiliência, de encontros proporcionados pela Mostra e de momentos importantes de sua vida pessoal. Com prefácio de Walter Salles e coordenação editorial de Alvaro Machado, o livro sai pela editora COSAC. No dia 15 de outubro, no Solar Fábio Prado, acontece o lançamento oficial, com coquetel e conversa da autora com o público, mediada por Alvaro Machado, seguida de sessão de autógrafos e distribuição de brindes.
Durante dois anos, a Mostra trabalhou para recuperar e digitalizar seu banco de dados. O resultado é o Acervo (https://acervo.mostra.org/), um novo site que reúne 50 anos de história do evento, com informações sobre os quase 12 mil filmes exibidos, além de cartazes e registros de todas as edições. Aberta a todos para consulta e pesquisa, a plataforma permite navegar por edição, filme, direção ou país, entre outros caminhos possíveis, incluindo um mapa interativo com a localização geográfica de títulos e diretores por ano.
A Mostra também disponibiliza, de forma digital e gratuita, um recorte em PDF, sem as fotos, do livro Cinema Sem Fim – A História da Mostra, 30 Anos, escrito por Leon Cakoff em comemoração da 30ª edição e lançado em 2006 pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O PDF pode ser encontrado em https://acervo.mostra.org/
Serviço
Exposição TEMPO E MOVIMENTO: Os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Solar Fábio Prado – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano Abertura para jornalistas: 03 de outubro (das 14h30 às 18h)
Funcionamento para o público: de 04 a 14 de outubro, das 10h às 18h (não abre nas segundas, dias 05 e 12 de outubro); de 15 a 29 de outubro, das 10h às 22h (aberta todos os dias)
Entrada gratuita.
Exposição STEPS – Fotografias Inéditas de Abbas Kiarostami
MIS – Avenida Europa, 158 – Jardim Europa.
De 20 de outubro a 8 de novembro, das 10h às 19h (terça a sexta), das 10h às 20h (sábado), das 10h às 18h (domingo e feriado). Fechada às segundas, com exceção no dia 20 de outubro.
Entrada gratuita.
Livro 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Formato: 31cm x 39,5cm
124 páginas
Valor: R$ 290,00
Desconto para jornalistas: 20%
Disponível para compra a partir do dia 04 de outubro nos pontos oficiais da Mostra: Central da Mostra - Avenida Paulista, 2.073. De 05 a 14 de outubro, das 12h às 18h. De 15 a 29 de outubro, das 11h às 21h (segunda a sábado) e das 11h às 20h (domingo). Solar Fábio Prado - Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 - Jardim Paulistano. De 15 a 29 de outubro, das 10h às 21h (segunda a sexta) e das 9h às 21h (sábado e domingo). Cultura Artística - Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação. De 19 de outubro a 01 de novembro, das 13h às 21h.
Livro Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Autora: Renata de Almeida
Prefácio: Walter Salles
Coordenação editorial: Alvaro Machado
Projeto gráfico: Flávia Castanheira
Formato: brochura; 15,5cm x 22cm
Páginas: 256
Imagens: 53
R$ 103,00
Lançamento e coquetel: quinta-feira, 15 de outubro, às 18h no Solar Fábio Prado - Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano.
Vendas on-line do livro: www.cosacedicoes.com.br
Vendas presenciais: Livraria da Travessa no Solar Fábio Prado - Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 - Jardim Paulistano.
OUTRAS AÇÕES PARA OS 50 ANOS
André Abujamra e sua banda fazem o show As Vinhetas da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, revisitando sobre as vinhetas das edições e improvisando a partir delas. A apresentação acontece na quarta-feira, 21 de outubro, às 19h, no Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109). Os ingressos começam a ser vendidos online no dia 13 de outubro, às 17h, e nas bilheterias a partir do dia 14 de outubro, às 17h, e custam R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia) e R$ 15 (credencial plena).
A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e a AMP fazem colab especial com camisetas que estampam cartazes emblemáticos dos 50 anos do evento: 1ª Mostra (1977, foto do jornalista Nestor Alves), 2ª Mostra (1978, imagem de Paulo Andrade), 17ª Mostra (1993, da artista Tomie Ohtake), 20ª Mostra (1996, desenho do cineasta japonês Akira Kurosawa) e 37ª Mostra (2013, pintura de Christiane Kubrick, artista visual e viúva do diretor Stanley Kubrick). A coleção está disponível no site da AMP, na loja física da marca em Pinheiros (Rua Cônego Eugênio Leite - 595), na Central da Mostra (Avenida Paulista, 2.073) e na lojinha da Mostra no Solar Fábio Prado (Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705).
FILMES CONFIRMADOS | PREMIADOS
A 50ª Mostra exibe filmes inéditos no Brasil que foram premiados nos principais festivais de cinema do mundo.
Do FESTIVAL DE VENEZA, a Mostra traz Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, vencedor do Leão de Ouro e da Coppa Volpi de melhor atriz (Mathilde Arcel), Amor Possível, de Lee Chang-dong, Leão de Prata - Grande Prêmio do Júri e prêmio Fipresci de melhor filme da competição, Um Dia na Vida de Jo: Capítulo Fedra, de Jacqueline Lentzou, prêmio de melhor direção na mostra Horizontes, A Casa do Vento, de Auguste Bernard Kouemo Yanghu, ganhador do Luigi de Laurentiis de melhor obra de estreia e Prêmio Especial do Júri da mostra Horizontes, A Cor do Sol, de Xavier Tera, vencedor do prêmio Fipresci da mostra Horizontes, Às Vezes Sinto Tristeza, Outras Vezes Revolta, de Maria Aparicio, prêmio de direção da Jornada dos Autores 2026 e do prêmio Autores Abaixo de 40, Por Dentro de Amir, de Amir Azizi, vencedor do prêmio de direção da Jornada dos Autores 2025, London, de Victor di Marco e Márcio Picoli, vencedor do Leão Queer, Eklipse, de Manuel Wetscher, menção honrosa para a direção de fotografia da premiação paralela Autores Abaixo dos 40, O Fogo que Você Carrega, de Edoardo De Angelis, ganhador de três prèmios paralelos, incluindo o Francesco Pasinetti de melhor atriz para Vanessa Scalera, A Garota com a Leica, de Alina Marazzi, vencedor do Prêmio Especial Pasinetti, e Zoom In, Zoom Out, de Dong Jie, prêmio Verona Club de filme mais inovador da Semana da Crítica. Outros destaques do evento que estão na Mostra são Um Pouco de Esperança, de Ali Asgari, Look Back, de Hirokazu Kore eda, Musk, de Alex Gibney, Biografia de Jorge Luis Borges, de Mariano Llinás, O Caminho para Jericó, de Amos Gitai, Homem ao Mar, de Gael García Bernal, e Deixem-nos Passar, Caros Ancestrais, de Lav Diaz.
Além de apresentar Fjord, de Cristian Mungiu, vencedor da Palma de Ouro e do prêmio da crítica internacional (Fipresci) do FESTIVAL DE CANNES, a Mostra exibe outras obras premiadas no festival, como Minotauro, de Andrey Zvyagintsev, Grande Prêmio do Júri, A Terra do Meu Pai, de Pawel Pawlikowski, prêmio de melhor direção, O Sentido da Vida, de Ryûsuke Hamaguchi, prêmio de melhor atriz para Virginie Efira e Tao Okamoto, A Aventura Sonhada, de Valeska Grisebach, Prêmio do Júri, Everytime, de Sandra Wollner, vencedor da mostra Um Certo Olhar, Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah, Prêmio do Júri na mostra Um Certo Olhar, Iron Boy, de Louis Clichy, Prêmio Especial do Júri na seção Um Certo Olhar (além de prêmios de melhor filme do júri e do público em Annecy), Eu Vejo Edifícios Caírem Como Raios, de Clio Barnard, prêmio de público da Quinzena de Cineastas, Rehearsals for a Revolution, de Pegah Ahangarani, Olho de Ouro de melhor documentário, Castelo de Lata, de Alexander Murphy, prêmio especial do júri do Olho de Ouro de melhor documentário, e A Odisseia dos Dentes-de-leão, de Momoko Seto, vencedor do prêmio da Fipresci de melhor filme da Semana da Crítica em 2025 e Prêmio Prêmio Paul Grimault em Annecy 2025. Também se destacaram em Cannes O Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen, O Samurai e o Prisioneiro, de Kiyoshi Kurosawa, Aqui, de Tiago Guedes, Clarissa, de Arie e Chuko Esiri, Butterfly Jam, de Kantemir Balagov, La Libertad Doble, de Lisandro Alonso, Dora, de July Jung, La Perra, de Dominga Sotomayor, O Diário de uma Camareira, de Radu Jude, Rochas Vermelhas, de Bruno Dumont, e Somos Alienígenas, de Kohei Kadowaki.
Vêm do FESTIVAL DE BERLIM os filmes Yo (O Amor É um Pássaro Rebelde), de Anna Fitch e Banker White, Urso de Prata de Contribuição Artística Excepcional, Crônicas do Cerco, de Abdallah Alkhatib, prêmio de melhor estreia da seção Perspectivas, Quem Matou Narciso?, de Marcelo Martinessi, vencedor do Prêmio Fipresci de melhor filme da seção Panorama, o brasileiro Feito Pipa, de Allan Deberton, vencedor do Urso de Cristal e do Grande Prêmio do júri internacional na seção Geração Kplus do Festival de Berlim (além dos Prêmios Maguey de melhor filme e melhor interpretação no Festival de Guadalajara e do prêmio de melhor interpretação no Festival de Cartagena das Índias), Chicas Tristes, de Fernanda Tovar, Urso de Cristal de melhor filme na seção Geração 14plus, Não Sou um Herói, de Rima Das, menção especial do prêmio Urso de Cristal na seção Geração Kplus, Uma Família, de Mees Peijnenburg, menção especial do júri jovem da seção Geração 14Plus, O Julgamento de Hein, de Kai Stänicke, prêmio do júri do Teddy (para filme queer), AnyMart, de prêmio Fipresci de melhor filme da seção Forum, Sonhos do Rio, de Kristina Mikhailova, vencedor do prêmio do júri ecumênico na seção Fórum, e O Homem Mais Solitário da Cidade, de Tizza Covi e Rainer Frimmel, menção especial do prêmio paralelo Guild Film. O Dia em que Ela Volta, de Hong Sang-soo, Wolfram, de Warwich Thornton, e os brasileiros Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha, de Janaína Marques, e Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira, são outros filmes que se destacaram em Berlim que são exibidos pela Mostra.
A Mostra apresenta diversos filmes do FESTIVAL DE LOCARNO, entre eles Aqui Não É o Seu Lugar, de Florin Șerban, vencedor do Leopardo de Ouro e de menção especial em atuação (Teodor Butănescu), Europa Cinemas Label e prêmio do júri jovem da Competição Internacional, e o brasileiro A Margem do Rio, de Matheus Farias e Enock Carvalho, vencedor do Prêmio Especial do Júri. Na lista vinda do festival suíço, ainda estão Onde Repousar Meus Olhos, de Hong Sang-soo, vencedor dos prêmios de melhor direção e atuação (Kim Min-hee), A Violência de Ninguém, de Denis Côté, menção especial para a atuação de Xavier Bergeron e segundo prêmio do júri jovem da Competição Internacional, Revolucionárias Nunca Morrem, de Mohanad Yaqubi, vencedor do Prêmio Especial do Júri CINE+OCS na seção Cineastas do Presente, Os Dias Livres, de Lucila Mariani, menção especial na seção Cineastas do Presente, Caçada Humana, de Wayne Wapeemukwa, terceiro prêmio do júri jovem para a Competição Internacional, Eu Raramente Acordo Sonhando, de Isabelle Stever, prêmio “O ambiente é qualidade de vida” do júri jovem para a Competição Internacional, e Até Lá, de Sarah Leonor, ganhador da menção especial do júri jovem para a Competição Internacional.
Variações Sobre um Tema, de Jason Jacobs e Devon Delmar, ganhador do prêmio Tigre, o principal prêmio do FESTIVAL DE ROTERDÃ, também vai ser exibido na Mostra, assim como La Belle Année, de Angelica Ruffier, Prêmio Especial do Júri na competição, Papel Coadjuvante, de Ana Urushadze, Prêmio Especial do Júri na competição e prêmio da Fipresci, Master, de Rezwan Shahriar Sumit, Prêmio
Grande Tela, e Eu Cresci uma Polegada Quando Meu Pai Morreu, de P. R. Monencillo Patindol, vencedor do Prêmio NETPAC, dedicado a filmes da Ásia e do Pacífico.
Prêmio de melhor filme do FESTIVAL DE ANNECY, dedicado à animação, A Violinista, de Ervin Han e Raúl Garcia, também integra a programação da 50ª Mostra.
Filmes que estiveram no FESTIVAL DE SUNDANCE são exibidos na Mostra, como Vergonha e Dinheiro, de Visar Morina, Grande Prêmio do Júri de melhor ficção internacional, O Intruso, de Louis Paxton, Prêmio NEXT Innovator, Não Me Largue, de Myrsini Aristidou, prêmio do público de melhor filme de ficção internacional, Aanikoobijigan [ancestral/bisavô/bisneto], de Adam e Zach Khalil, prêmio do público NEXT, Ha-Chan, De Volta à Dança!, de Josef Kubota Wladyka, prêmio de melhor direção de filme de ficção nacional, Como se Divorciar Durante a Guerra, de Andrius Blaževičius, melhor direção de filme de ficção internacional, Quem Matou Alex Odeh?, de Jason Osder e William Lafi Youmans, Prêmio Especial do Júri para excelência jornalística de um documentário nacional, e Filipiñana, de Rafael Manuel, prêmio especial do júri para visão criativa de melhor filme de ficção internacional. Outros destaques de Sundance, como A História do Concreto, de John Wilson, O Último Batedor de Carteiras, de Noah Segan, American Doctor, de Poh Si Teng, Era uma Vez no Harlem, de David e William Greaves, e Zi, de Kogonada, fazem parte da seleção da Mostra.
INDICADOS AO OSCAR®
A 50ª Mostra conta em sua programação com 21 produções submetidas por seus países para uma vaga entre os indicados ao Oscar® de filme internacional, além daqueles que concorrem por terem ganhado determinados prêmios nos festivais elegíveis, uma regra nova da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. É o caso de Vergonha e Dinheiro, de Visar Morina, vencedor do Grande Prêmio do Júri de melhor ficção internacional no FESTIVAL DE SUNDANCE, Fjord, de Cristian Mungiu, Palma de Ouro em CANNES (e também indicado pela ROMÊNIA), e Mulher Desconhecida, de May el-Toukhy, Leão de Ouro em VENEZA (e também submetido pela DINAMARCA). Estão na Mostra: da ÁFRICA DO SUL, Variações sobre um Tema, de Jason Jacobs and Devon Delmar; da ALEMANHA: Everytime, de Sandra Wollner; da ARGÉLIA: Roqia, de Yanis Koussim; da ARMÊNIA: Na Terra de Arto, de Tamara Stepanyan; do BRASIL: Feito Pipa, de Allan Deberton; da BULGÁRIA: A Aventura Sonhada, de Valeska Grisebach; do CHIPRE: Não Me Largue, de Myrsini Aristidou; da COREIA DO SUL: Amor Possível, de Lee Chang dong; das FILIPINAS: Filipiñana, de Rafael Manuel; da FRANÇA: Minotauro, de Andrey Zvyagintsev; do JAPÃO: O Sentido da Vida, de Ryûsuke Hamaguchi; da LITUÂNIA: Como se Divorciar Durante a Guerra, de Andrius Blaževičius; do LÍBANO: Furies, de Rami Kodeih; da MACEDÔNIA DO NORTE: 17, de Kosara Mitić; do NEPAL: Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah; do PARAGUAI: Quem Matou Narciso?, de Marcelo Martinessi; da POLÔNIA: A Terra do Meu Pai, de Pawel Pawlikowski; da VENEZUELA: A Morte Não Tem Dono, de Jorge Thielen Armand.
MOSTRA BRASIL
Mais de 70 obras nacionais integram a programação da 50ª Mostra. Os filmes da Mostra Brasil também estão divididos nas seções Apresentação Especial e Competição Novos Diretores. Entram em Mostra Brasil obras inéditas em São Paulo, assim como as da Competição, que exibe trabalhos de cineastas que já dirigiram no máximo dois longas. Os filmes da Competição concorrem ao Troféu Bandeira Paulista, dado pelo júri da 50ª Mostra. Além disso, todos os brasileiros da Perspectiva Internacional e da Competição Novos Diretores concorrem ao prêmio do público da Mostra, que inclui o Troféu Bandeira Paulista de melhor filme brasileiro.
O cinema brasileiro tem feito bonito no exterior, e a seleção reflete isso. A 50ª Mostra exibe Feito Pipa, de Allan Deberton, premiado nos festivais de Berlim, Guadalajara e Cartagena e submetido pelo Brasil ao Oscar® de filme internacional, London, de Victor Di Marco e Márcio Picoli, exibido na Semana da Crítica de Veneza e vencedor do Leão Queer, A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias, Prêmio Especial do Júri em Locarno, Funk, de Aly Muritiba, menção especial do júri para melhor performance em filme internacional para Duda Santos e MC Nem no Festival de Tribeca, Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (Berlim), Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha, de Janaína Marques (Berlim), Isabel, de Gabe Klinger (Berlim), Yellow Cake, de Tiago Melo (Roterdã), A Paixão Segundo G.H.B., de Gustavo Vinagre e Vinicius Couto, e Privadas de Suas Vidas, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner (ambos em Roterdã), Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins (Toronto, San Sebastián), A Professora de Francês, de Ricardo Alves Jr. (San Sebastián), Pardo É Papel, de Alexis Zelensky (IndieLisboa), Coração de Lona, de Tuca Siqueira (Biarritz), Ela Foi Ali Guardar o Coração na Geladeira, de Cristiane Oliveira e Gustavo Galvão (Toulouse), O Filho da Puta, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra, Sávio Leite (Annecy), Me Deixa Ser, de Viviane D'Avilla (Raindance), Jardim dos Silêncios, de Henrique Dantas (American Black Film Festival - Miami), Medley, de Ana Luiza Azevedo (LA Femme), e Não Estamos Sonhando, de Ulisses Arthur (Blackstar Film Festival - Filadélfia).
Outro destaque entre as produções brasileiras são os filmes sobre personalidades, como 100 Dias, de Carlos Saldanha, sobre o navegador Amyr Klink, Alucinação, de Renato Terra, Marcos Caetano e Leo Caetano, sobre o cantor e compositor Belchior, Cansei de Ser Galã, de Bento Marzo, Eduardo Ades, sobre o ator Claudio Marzo, Di Cavalcanti, de Ana Carolina, Elza, de Eryk Rocha, sobre a cantora Elza Soares, A Extraordinária Vida de Vera Valdez, de Fabio Meira, sobre a modelo e atriz, Fernanda, de Pedro Waddington, sobre Fernanda Montenegro, Ney por Trás das Máscaras, de Esmir Filho, sobre Ney Matogrosso, Se Não Eu, Quem Vai Fazer Você Feliz?, de Hugo Prata e Felipe Novaes, sobre Chorão, Tribalistas: O Baú da Hora Fértil, de Dora Jobim, Cavalcanti, de Jairo Neto e Graubi Garcia, sobre o cineasta Alberto Cavalcanti, e Zé, de Paulo Caldas, sobre o diretor, ator e dramaturgo Zé Celso Martinez Correa. Já Vitória da Paz, de Ricardo Calil, Dudu Levy e Fábio Gusmão, conta a história da mulher negra que denunciou o tráfico de drogas e a corrupção policial que via da janela de sua casa e, por isso, ficou anônima durante muito tempo.
Entre os selecionados, também há as coproduções com o Brasil. Falado em espanhol, La Perra (Chile, Brasil), dirigido por Dominga Sotomayor, tem o brasileiro Selton Mello no elenco e estreou na Quinzena de Cineastas em Cannes. Elefantes na Névoa (Nepal, Brasil, França, Alemanha, Noruega), de Abinash Bikram Shah, ganhou o Prêmio do Júri da mostra Um Certo Olhar em Cannes. Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (México, Brasil, Dinamarca), de Bruno Santamaría Razo, passou na Semana da Crítica em Cannes. Falado em espanhol, Glaxo (Argentina, Brasil), de Benjamín Naishtat, foi exibido nos festivais de Toronto e San Sebastián. Furies (Líbano, Brasil), de Rami Kodeih, foi apresentado na mostra Venice Spotlight, antes de seguir para o Festival de Toronto (TIFF) e ser selecionado para representar o Líbano no Oscar. Falado em espanhol e guarani, Quem Matou Narciso? (Paraguai, Brasil, Portugal, Alemanha, Espanha, França, Uruguai), de Marcelo Martinessi, é baseado no livro homônimo e venceu o prêmio da crítica na seção Panorama do Festival de Berlim e melhor longa sul-americano no 4o Bonito CineSur.
ABERTURA
Na quarta-feira, 14 de outubro, acontece a abertura oficial, para convidados, da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na Sala São Paulo. Tigre de Papel, dirigido pelo estadunidense James Gray e exibido em competição no Festival de Cannes, é o filme de abertura. O cineasta vai estar presente.
O curta-metragem Sul de Teerã, dirigido por Kleber Mendonça Filho a partir de um convite do Festival de Nova York para o novo programa NYFF Encounters, faz sua estreia brasileira na abertura da 50ª Mostra, com presença do diretor. O curta acompanha o cineasta Jafar Panahi por Nova York enquanto ele reflete sobre sua carreira cinematográfica e a perseguição em seu país natal, o Irã, que o levou à sua atual prisão. Uma reflexão multifacetada sobre cinema e memória que surgiu de conversas entre Jafar Panahi e Kleber Mendonça Filho, os dois com filmes exibidos no Festival de Cinema de Nova York de 2025: Foi Apenas um Acidente e O Agente Secreto.
Tigre de Papel segue a história de dois irmãos em busca do sonho americano. Enquanto o engenheiro Irwin Pearl (Miles Teller) construiu uma família com Hester (Scarlett Johansson), Gary (Adam Driver) seguiu carreira na polícia. Quando Gary apresenta ao irmão uma oportunidade de negócio boa demais para ser verdade, os dois se envolvem com o perigoso mundo da máfia russa, e os laços familiares começam a se romper, com consequências que mudam suas vidas para sempre.
PÔSTER | HOMENAGEM
Além de apresentar pessoalmente na abertura da 50ª Mostra seu filme Tigre de Papel, que também tem sessões comerciais durante o evento, JAMES GRAY é o responsável pela arte do cartaz deste ano. Seu desenho em preto e branco representa um momento sempre esperado nos filmes: o beijo apaixonado.
Dono de um cinema clássico, de estética rigorosa e que não raro pende para o melodrama, o diretor é celebrado com uma retrospectiva de seus filmes, entre eles
Fuga para Odessa (1994), Caminho sem Volta (2000), Os Donos da Noite (2007) e Era uma Vez em Nova York (2013). Ele também participa de sessão seguida de conversa com o cineasta brasileiro Walter Salles no dia 15 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra, no Solar Fábio Prado. Na ocasião, GRAY recebe o Prêmio Leon Cakoff, que reconhece personalidades da cultura e do mercado audiovisual.
PRÊMIO LEON CAKOFF
Além de JAMES GRAY, a 50ª Mostra concede o Prêmio Leon Cakoff ao produtor português PAULO BRANCO e ao cineasta indiano S.S. RAJAMOULI.
PAULO BRANCO é daqueles produtores incansáveis, à moda antiga, quase românticos, do cinema mundial. Apaixonado pela sétima arte, não mede esforços para apoiar vozes autorais. Em sua trajetória, foi produtor, produtor executivo ou associado de inacreditáveis 300 filmes.
A 50ª Mostra fez uma seleção dessa produção invejável, reunindo longas como Silvestre (1981), de João César Monteiro, Francisca (1981), de Manoel de Oliveira, O Estado das Coisas (1982), de Wim Wenders, A Prisioneira (2000), de Chantal Akerman, e Mistérios de Lisboa (2010), de Raúl Ruiz.
Nascido em 1950 em Lisboa, ele viabilizou cerca de 60 filmes exibidos na Mostra, desde a segunda edição. Nesta 50ª Mostra, ele traz O Barqueiro, de Simão Cayatte, Memórias do Cárcere, de Sérgio Graciano, e Aqui, de Tiago Guedes, adaptação da Trilogia de Jesus, do ganhador do Nobel de Literatura J.M. Coetzee, exibido na seção Première do Festival de Cannes. BRANCO recebe o Leon Cakoff na abertura da 50ª Mostra.
O indiano S.S. RAJAMOULI virou fenômeno mundial com RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (2022), que ganhou o Oscar® de melhor canção original. Ambientado na Índia colonial da década de 1920, o filme acompanha a amizade fictícia entre dois revolucionários lendários, Alluri Sitarama Raju e Komaram Bheem, enquanto eles se unem em uma luta épica contra o domínio britânico. O filme une ação espetacular e números musicais inacreditáveis com uma temática histórica e social relevante.
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução ganha apresentação especial na Sala Petrobras na Mostra, dando chance aos brasileiros de assisti-lo no cinema, já que o longa foi lançado diretamente no streaming no país. Depois da sessão, RAJAMOULI participa de conversa com o público e recebe o Leon Cakoff.
Embora o sucesso mundial tenha vindo em 2022, Rajamouli tem uma carreira sólida. Ele trabalha principalmente no cinema Telugu, mas com alcance pan-indiano, conectando públicos de vários idiomas e culturas em seu país. Em 2016, recebeu o prêmio Padma Shri, uma das mais altas honrarias civis da Índia.
Desde sua estreia na direção com Student No. 1 (2001), dirigiu mais de dez filmes, como Vikramarkudu (2006), Magadheera (2009) e Seu Crime, Seu Sofrimento (2012). Fez também Baahubali: O Início (2015) e sua sequência Baahubali 2: A Conclusão (2017), que se tornaram os filmes indianos de maior bilheteria de sua época, somando 170 milhões de ingressos vendidos. Ele prepara o lançamento de Varanasi, com Mahesh Babu e Priyanka Chopra Jonas, em 2027.
PRÊMIO HUMANIDADE
Nascido em Santiago, no Chile, em 1955, e de nacionalidade italiana, MARCO BECHIS cresceu em São Paulo e Buenos Aires. Ele volta ao Brasil para receber o Prêmio Humanidade.
Na capital argentina, em 1977, ele foi preso pela ditadura e depois deportado. Acabou em Milão, com passagens por Nova York, Los Angeles e Paris. Essa experiência traumática marcou sua carreira no cinema. Já em 1982, em Milão, ele fez a videoinstalação Desaparecidos, Dove Sono?, que serviu de base para seu longa-metragem Garage Olimpo (1999), em que uma ativista adolescente é levada por um esquadrão paramilitar para uma garagem, onde é torturada.
Bechis volta ao tema em Retorno a Buenos Aires, exibido em competição no Festival de Veneza e que é apresentado na 50ª Mostra. No filme, após passar 33 anos na Itália, Mariano Guerra volta à Argentina para testemunhar no julgamento dos ex-militares que o sequestraram, torturaram e escravizaram durante a ditadura militar. Ele fica hospedado em uma acomodação disponibilizada pelo Ministério da Justiça, onde reencontra pessoas que compartilharam seu cativeiro e aguarda o dia de seu depoimento. Os dias passados com as outras testemunhas, os encontros e os relatos trazem novamente à tona histórias que permaneceram sem resolução por décadas. Mariano é um dos poucos sobreviventes daquela tragédia e carrega um peso que nenhuma sentença poderá aliviar. Seu retorno a Buenos Aires o obriga a confrontar o que significa ter sobrevivido.
O filme, que tem a brasileira Paula Cohen no elenco, foi rodado no Brasil e tem entre seus produtores Cibele Amaral, Patrick de Jongh e André Ristum.
Em 2008, BECHIS lançou Terra Vermelha, sobre indígenas brasileiros que tentam retomar seu território originário.
Para BECHIS, “toda atividade artística é também um ato político”. Mas, em sua opinião, não basta contar uma história com pano de fundo político, é preciso ser político também na linguagem visual.
MOSTRINHA
A 3ª Mostrinha, seção dedicada ao público infantil e juvenil da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, leva às telas uma programação que combina diversidade cultural, diferentes olhares sobre a infância e uma ampla presença pela cidade.
Nesta edição, 21 filmes de 20 países integram a seleção, com produções e coproduções da América Latina, Europa e Ásia. Treze deles são animações, em diferentes técnicas e linguagens, do stop motion à animação 2D. Outro destaque nesta edição é a curadoria de filmes recentes, a maior parte produzidos em 2026. Dos 21 títulos distribuídos nas 105 sessões da Mostrinha, 16 são inéditos no Brasil.
Apesar da diversidade de países, gêneros e linguagens, os filmes da 3ª Mostrinha encontram pontos de contato ao abordar infância, pertencimento, identidade, família, amizade e descoberta do mundo. Muitas das histórias colocam crianças e jovens diante de transformações, perdas, diferenças ou situações que desafiam aquilo que conheciam, recorrendo à imaginação, à fantasia e à aventura como formas de compreender e transformar a realidade. Questões contemporâneas também estão presentes na seleção, como meio ambiente, deslocamento, desigualdade social, preconceito, diversidade e convivência com as diferenças.
Em universos que vão do cotidiano às florestas, do circo ao espaço sideral e a mundos fantásticos, os protagonistas são frequentemente crianças e jovens que precisam encontrar seu próprio lugar, construir vínculos e descobrir novas maneiras de olhar para si mesmos e para o mundo.
A produção brasileira também ocupa espaço importante na programação: dez títulos têm produção do Brasil, e dois são coproduções com o México. A seleção conta ainda com nove filmes dirigidos ou codirigidos por mulheres, correspondendo a quase 44% do total. Entre aventuras, fantasias, dramas, musicais e histórias sobre família, pertencimento e descoberta, a Mostrinha reúne obras destinadas a diferentes faixas etárias, dos pequenos espectadores aos adolescentes.
A literatura também ocupa um lugar de destaque na 3ª Mostrinha. Oito dos 21 filmes da seleção têm origem em livros ou obras literárias, aproximando duas linguagens fundamentais na formação de crianças e jovens. Entre as adaptações estão Clarice Vê Estrelas, escrito e dirigido por Letícia Pires, que se baseia em seu livro homônimo neste longa-metragem de abertura da Mostrinha, em estreia mundial; A História Mais Triste do Mundo, de Hique Montanari, a partir do livro de Mário Corso; Contos do Jardim Mágico, dirigido por Patrik Pašš Jr., Jean-Claude Rozec, David Súkup e Leon Vidmar e inspirado na obra de Arnošt Goldflam; Gildo na Mostrinha, de Cesar Cabral e Thomas Larson, baseado na criação de Silvana Rando; Olivia e o Terremoto Invisível, de Irene Iborra, adaptação do romance infantojuvenil de Maite Carranza; Julián, de Louise Bagnall, inspirado no livro de Jessica Love; e A Luz é Grande, de Markus Duffner, curta português feito a partir do livro de Ana Pessoa e Joana Estrela. As obras mostram como personagens e universos criados nas páginas podem ganhar novas formas no cinema, da animação em stop motion e 2D à ficção, ampliando as possibilidades de diálogo da Mostrinha com escolas, educadores, famílias e jovens leitores. Para reforçar esta importância, a Casa Cosmos e o recém-inaugurado Cine Tutu fazem uma parceria que conecta quatro títulos em exibição na Mostrinha, baseados em livros, e quatro oficinas pensadas especialmente para os filmes e livros.
A Mostrinha vai estar presente em 27 equipamentos do Circuito Spcine, entre 26 CEUs e o CFC Cidade Tiradentes, alcançando as zonas Leste, Norte, Sul e Oeste. A programação se completa no CineSesc, Cinesala, Cine Tutu, Espaço Petrobras de Cinema, Teatro Sérgio Cardoso, Bulevar do Rádio (Sesc Paulista) e Itaú Cultural. Para reforçar a presença de público, pelo segundo ano, os alunos das escolas públicas municipais têm transporte garantido para as sessões no Circuito Spcine, graças ao apoio da Secretaria Municipal de Turismo e da Spcine.
ENCONTRO DE IDEIAS AUDIOVISUAIS
Pelo sexto ano consecutivo, a Mostra promove o Encontro de Ideias Audiovisuais, um grande evento do mercado audiovisual para a discussão de ideias, conexões e formulação de novos projetos. Neste ano, ocorre entre os dias 20 e 23 de outubro, em novo endereço, no Solar Fábio Prado.
Estruturado em três pilares, Mercado, Fórum e Da Palavra à Imagem, o evento se distribui em quatro dias intensos de programação com mesas, debates, painéis, encontros, lançamentos de livros, mentorias e reuniões one-to-one.
Os cerca de 70 eventos contam com a participação de mais de 100 convidados, entre agentes nacionais e internacionais do mercado audiovisual, além de produtores e diretores do Brasil e do mundo, convidados da Mostra. Entre os nomes confirmados estão TAMARA TATISHVILI, do Hubert Bals Fund do Festival de Roterdã, MARIËTTE RISSENBEEK, ex-diretora executiva da Berlinale, OLIVIER PÈRE, da Arte, e ELENI TZIALLI, do Eye Filmmuseum de Amsterdã.
A cerimônia de abertura, na terça-feira, 20 de outubro, na Sala Petrobras na Mostra, se inicia com a entrega do primeiro Prêmio Encontros para OLGA RABINOVICH, fundadora do Projeto Paradiso, uma homenagem que destaca sua trajetória de apoio ao desenvolvimento e à internacionalização do audiovisual brasileiro por meio do Instituto Olga Rabinovich e do Projeto Paradiso. O prêmio foi criado para enaltecer a filantropia que pode transformar a cultura, com o encontro entre quem apoia e quem faz a produção audiovisual.
Logo em seguida, na Sala Petrobras na Mostra, acontece a conversa com JEFF DEUTCHMAN, presidente de Aquisições, Produção e Desenvolvimento da NEON, empresa que atua em diferentes etapas do ecossistema audiovisual. Sua presença no Encontro de Ideias reforça a aposta do evento em novos realizadores do cinema autoral e em projetos de forte repercussão crítica e comercial. Deutchman está à frente da estratégia de conteúdo da companhia, participando da aquisição e do desenvolvimento de títulos que ajudaram a consolidar a NEON como uma das empresas mais influentes do mercado audiovisual internacional.
LANÇAMENTOS DE LIVROS
Além de 50 Anos, 50 Cartazes: A História dos Cartazes da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Antes Que Eu Me Esqueça: Um Ensaio de Lembranças para os 50 Anos da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que celebram a edição histórica do evento, acontece o lançamento de outros títulos.
Dentro da programação do Encontro, há os lançamentos de:
● 100 Filmes Brasileiros Essenciais, org. Danilo Fantinel, Ivonete Pinto e Paulo Henrique Silva (Editora Literíssima). Do seminal Limite ao sucesso internacional de O Agente Secreto, o livro traz uma lista de 100 títulos relevantes de nossa cinematografia. A publicação lançada em parceria com Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) reúne ensaios sobre cada filme, escritos por 100 autores diferentes, além de artigos históricos e analíticos. Em 2016, a associação já havia realizado uma pesquisa semelhante, também transformada em livro, e essa diferença de dez anos permite uma interessante leitura em torno de novos olhares e mais diversidade.
● Almodóvar: Cores da Paixão, de Felipe Fornari (Edição Quadro por Quadro). Uma viagem pela vida e obra de Pedro Almodóvar, cineasta que transformou desejo, transgressão, memória e paixão em uma linguagem inconfundível. De seus primeiros filmes na Espanha pós-Franco à maturidade artística, o volume percorre mais de quatro décadas de cinema para revelar as marcas, personagens e emoções que definem seu universo.
● Cinema em Palavras: 35 Anos de Crítica no Estadão, de Luiz Zanin Oricchio (Letramento). Um dos principais nomes da crítica brasileira, Luiz Zanin Oricchio reúne a essência de um trabalho contínuo de quase quatro décadas num dos jornais mais influentes do país. Das mais de 4 mil críticas publicadas, o jornalista selecionou 210 textos que traçam um panorama brilhante da produção cinematográfica contemporânea, com um olhar único sobre o cinema nacional.
● Conversas no Cinema, de José Geraldo Couto (Letramento). Seleção de textos sobre cinema produzidos por José Geraldo Couto em quatro décadas de atividade jornalística e crítica em alguns dos principais veículos de mídia impressa e digital do país. São críticas, entrevistas e reportagens que compõem um amplo e diversificado painel da produção cinematográfica das últimas décadas, no Brasil e no mundo, relacionando-a sempre com a história, a cultura e as condições sociais.
● Quem É Viva Sempre Aparece, de Ana Maria Magalhães (7Letras). Autobiografia da atriz descoberta pelo cinema ainda adolescente e que estreou nos palcos com o Teatro Oficina. Durante a ditadura, participou da mobilização da classe artística contra a censura. Protagonizou Como Era Gostoso o Meu Francês, de Nelson Pereira dos Santos, e atuou em filmes de Glauber Rocha, Cacá Diegues, Hector Babenco e Manoel de Oliveira. Mais tarde, firmou-se como realizadora de documentários premiados, entre eles, Já que Ninguém me Tira pra Dançar, sobre a amiga Leila Diniz. A sua autobiografia atravessa o palco, o cinema de invenção, a memória íntima e a interpretação do Brasil.
A programação da Mostra abriga os lançamentos de:
● O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho (Editora Amarcord). A publicação conta com o roteiro do longa-metragem, textos do cineasta e de
21
Wagner Moura, premiado na categoria de melhor ator de drama no Globo de Ouro e indicado ao Oscar®, além de imagens exclusivas do storyboard que deu origem ao filme.
● Iguarias de Trancoso, de Morena Leite, Alexandra Forbes e João Farkas (Instituto Capim Santo - editora social). Mergulho afetivo nos sabores e histórias desse vilarejo encantado. A chef Morena Leite, ao lado da jornalista Alexandra Forbes e do fotógrafo João Farkas, reúne receitas autorais e tradicionais, personagens locais e afetos que se cruzam à mesa. Um livro que celebra a cultura, os ingredientes e as memórias de Trancoso, em um mosaico de cores, saberes e sabores.
● As Aventuras Gastronômicas da Manu, de Manuela Leite Monteiro (Instituto Capim Santo - editora social). Acompanha Manu Leite em uma viagem pelo Brasil com a trupe do Cirque du Soleil, onde sua mãe, a chef Morena Leite, era a chef oficial. Em cada região visitada, Manu descobre ingredientes
locais, comidas típicas, pontos turísticos e curiosidades geográficas. Uma jornada lúdica e saborosa que apresenta a diversidade do Brasil por meio da gastronomia, da cultura e da infância curiosa.
PAÍSES PARTICIPANTES
Filmes vindos do mundo inteiro são selecionados para a Mostra. Nesta 50ª edição, até agora mais de 90 países estão representados. São eles: África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Bangladesh, Bélgica, Benim, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Camarões, Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chile, China, Chipre, Colômbia, Coreia do Sul, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, Egito, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, EUA, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiné
Bissau, Hong Kong, Hungria, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Jordânia, Kosovo, Letônia, Líbano, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Malásia, Mauritânia, México, Montenegro, Nepal, Nigéria, Noruega, Países Baixos, Palestina, Panamá, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Quirguistão, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Rússia, Senegal, Sérvia, Singapura, Síria, Somália, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan, Turquia, Ucrânia, Uruguai, Venezuela, Vietnã.
EXIBIÇÕES EM BELÉM + ITINERÂNCIA DO SESC
Nesta 50ª edição, o evento parte novamente para Belém, pela terceira vez, no Cine Líbero Luxardo (Avenida Gentil Bitencourt, 650, Nazaré), equipamento de cultura vinculado à Fundação Cultural do Estado do Pará, entre os dias 22 e 28 de outubro.
A tradicional itinerância promovida pelo Sesc por cidades paulistas ocorre em dez unidades da instituição. Seis filmes da 50ª Mostra serão exibidos em Araraquara, Birigui, Campinas, Franca, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Preto, São Carlos e Taubaté.
REALIDADE VIRTUAL
Pelo sétimo ano, a Mostra tem em sua programação filmes em realidade virtual, que propõem uma forma nova de imersão e interação. As produções no formato estarão em cartaz no CineSesc e no Solar Fábio Prado.
PREMIAÇÃO
A 50ª Mostra concede o Troféu Bandeira Paulista (uma criação da artista plástica Tomie Ohtake) aos filmes da Competição Novos Diretores. Os longas desta seção mais votados pelo público após as exibições da primeira semana do evento são submetidos ao júri, que escolhe os vencedores nas categorias melhor filme de ficção e melhor documentário — se os jurados desejarem, outras categorias também podem ser premiadas —, apresentados na cerimônia de premiação do festival.
Integram o júri desta edição o cineasta estadunidense Boots Riley, o cineasta iraniano Ali Asgari, o diretor colombiano César Augusto Acevedo e a diretora brasileira Laís Bodanzky.
Além de votar nas obras da Competição Novos Diretores, o público também escolhe o melhor filme estrangeiro e o melhor brasileiro.
Há também o prêmio dado pela crítica, escolhido por um grupo de jornalistas especializados em cinema que cobrem o evento e que, desde 2001, escolhem o melhor filme estrangeiro e melhor filme brasileiro da programação.
Outras premiações também serão entregues no encerramento do festival:
● A Netflix entrega pelo quarto ano consecutivo um prêmio, concedido a um título brasileiro participante da 50ª Mostra que ainda não tenha contrato com um serviço de streaming, a partir da escolha de uma comissão julgadora independente liderada pela plataforma. O vencedor do Prêmio Netflix vai ser adquirido pela empresa e exibido em diversos países.
● O Projeto Paradiso também volta a oferecer o Prêmio Paradiso, de apoio à distribuição nos cinemas a um dos filmes da seção Mostra Brasil. Esse auxílio visa o lançamento comercial da obra escolhida e estimula a conexão com o público. A escolha do vencedor será feita por meio de uma comissão externa a partir dos títulos mais votados pelo público.
● Também vai ser entregue o 4º Prêmio BRADA, de direção de arte, escolhido pelo BRADA, coletivo de diretoras de arte do Brasil, que traz a visão de profissionais mulheres sobre o audiovisual, destacando o trabalho criativo, visual e sensorial da direção artística.
● Em sua segunda edição, o Prêmio Prisma Queer, premiação independente abrigada na Mostra, visa celebrar, visibilizar e fomentar a produção audiovisual LGBTQIA+ no Brasil e no mundo.
CONVIDADOS
Estão confirmadas, até o momento, as vindas dos membros do júri, além do diretor James Gray, de Tigre de Papel; do produtor Paulo Branco, de filmes como O Estado das Coisas; do diretor S.S. Rajamouli, de RRR: Revolta, Rebelião, Revolução; da cantora Carminho e diretora Ana Rocha de Sousa, de Neste Quarto; da diretora Jeong Ji-hye, de Lua Cheia; do diretor Tawfik Sabouni, de O Outro Lado do Sol; da diretora Tamara Stepanyan, de Na Terra de Arto; do diretor Rainer Frimmel, de O Homem Mais Solitário da Cidade; do diretor Denis Côté, de A Violência de Ninguém.
CENTRAL DA MOSTRA
A Central da Mostra (Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2.073) retorna com um balcão de informações que funciona também para venda de produtos ligados ao evento, como livros, cartazes, bolsas, camisetas e canecas, de 5 a 14 de outubro, das 12h às 18h (diariamente). Já de 15 a 29 de outubro, a Central está aberta das 11h às 21h (segunda a sábado) e das 11h às 20h (domingo).
No Solar Fábio Prado, um stand disponibiliza produtos ligados ao evento de 15 a 29 de outubro, funcionando das 10h às 21h (segunda a sexta) e das 9h às 21h (sábado e domingo). O Cultura Artística também vai ter um stand funcionando de 19 de outubro a 01 de novembro, das 13h às 21h.
APLICATIVOS
Programação completa, lista de favoritos e compra de ingressos estão disponíveis no aplicativo da Mostra, que pode ser baixado a partir da próxima semana em celulares com sistemas operacionais Android, pela Google Play, e iOS, pela App Store. O programa permite ainda a criação de agenda com datas e horários dos títulos escolhidos e, para credenciados, é possível reservar entradas.
A Mostra também conta com o aplicativo da MLoad para a disponibilização de recursos de acessibilidade a um recorte de filmes da seleção.
PARCEIROS DA 50ª MOSTRA
HOTEL
O Radisson Hotel Paulista (Alameda Santos, 85) é o hotel parceiro oficial da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.
ACESSIBILIDADE
As mesas do VI Encontro de Ideias Audiovisuais têm intérpretes de libras em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência.
A Mostra também conta com o aplicativo da MLoad para a disponibilização de recursos de acessibilidade em mais de 80 títulos da seleção.
BEBIDAS
Águas Prata, que celebra 150 anos este ano, distribui água na abertura da 50ª Mostra e durante todo o VI Encontro de Ideias Audiovisuais.
LIVRARIA
A Livraria da Travessa vai ter um stand no Solar Fábio Prado durante todo o evento.
RESTAURANTES
Almanara (várias unidades), Astor (várias unidades), Bar Balcão (Rua Dr. Melo Alves, 150 – Cerqueira César), Bella Paulista (Rua Haddock Lobo, 354 – Cerqueira César), Blue Note São Paulo (Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2.073 - 2º andar), Dalva e Dito (Rua Padre João Manuel, 1.115 – Cerqueira César), Gula Gula (Rua Padre João Manuel, 109 – Cerqueira César), Le Jazz Brasserie (Rua dos Pinheiros, 254), Nou (vários endereços), Ráscal (Conjunto Nacional - Alameda Santos, 2.152 – Cerqueira César), Spot Restaurante (Alameda Ministro Rocha Azevedo, 72), Tordesilhas (Alameda Tietê, 489 – Jardins), Z Deli (Rua Francisco Leitão, 16 – Pinheiros | Rua Bento Freitas, 314 – República).
MARCAS PRESENTES NO SOLAR FÁBIO PRADO DURANTE O EVENTO Pizza Al Cinema, La Casa Empanadas, Oba Pipoca, The Coffee e Restaurante Capim Santo.
SERVIÇO
Circuito pago
CINE BELAS ARTES | Sala: 1 – Leon Cakoff
CINE SATO
CINE SATYROS BIJOU
CINE SEGALL – MUSEU LASAR SEGALL
CINE TUTU
CINEMATECA BRASILEIRA | Sala Grande Otelo, Sala Oscarito
CINESALA
CINESESC
CINESYSTEM BELAS ARTES FREI CANECA | Salas: 1, 2, 3, 4 e 5
CULTURA ARTÍSTICA
ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA | Salas: 1, 2 e 3
IMS Paulista (a primeira sessão do dia é gratuita)
MIS
RESERVA CULTURAL | Salas: 1 e 2
SOLAR FÁBIO PRADO | Sala Petrobras na Mostra
Circuito valores populares
Spcine OLIDO
CCSP – Centro Cultural São Paulo | Sala Paulo Emílio
Circuito gratuito
BULEVAR DO RÁDIO
CINUSP
ITAÚ CULTURAL
TEATRO SÉRGIO CARDOSO
Circuito Spcine - gratuito
Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes
CEU Aricanduva
CEU Barro Branco
CEU Butantã
CEU Caminho do Mar
CEU Carrão
CEU Feitiço da Vila
CEU Freguesia do Ó
CEU Jaçanã
CEU Jambeiro
CEU Meninos
CEU Parque do Carmo
CEU Parque Novo Mundo
Sessões especiais
Sala São Paulo
PERMANENTES E PACOTES DE INGRESSOS
CEU Parque Veredas CEU Paz
CEU Perus
CEU Pinheirinho CEU Quinta do Sol CEU São Miguel CEU São Pedro
CEU São Rafael CEU Taipas
CEU Tremembé
CEU Três Lagos CEU Vila Alpina
CEU Vila Atlântica CEU Vila do Sol
A partir do dia 10 de outubro, sábado, tem início a venda das permanentes e pacotes pelo site do evento.
:: A troca de ingresso ocorre pelo site, 5 dias antes de cada sessão. :: ::: É possível reservar ingresso no dia da sessão pelo aplicativo, desde que disponível. ::: :::: O cancelamento do ingresso pode ser feito até 4 horas antes do horário da sessão. ::::
* Permanente Integral (todos os dias, qualquer horário e sessões especiais): R$ 640,00 ** Permanente Especial (para sessões de 2ª a 6ª feira até às 17h55, inclusive - não contempla finais de semana nem sessões noturnas): R$ 160,00
*** Pacote de 40 ingressos: R$ 440,00
**** Pacote de 20 ingressos: R$ 270,00
INGRESSOS AVULSOS
:: A compra de ingresso ocorre pelo site, 4 dias antes de cada sessão. :: ::: É possível comprar ingresso no dia da sessão pelo aplicativo, desde que disponível. ::: :::: No dia da sessão, uma pequena cota fica disponível para compra diretamente na bilheteria do cinema. ::::
::::: O cancelamento do ingresso pode ser feito até 4 horas antes do horário da sessão. :::::
*Segundas, terças, quartas e quintas: R$ 26,00 (inteira) | R$ 13,00 (meia) *Sextas, sábados e domingos: R$ 32,00 (inteira) | R$ 16,00 (meia)
:: IMPORTANTE! Desde 2025, a ticketeira contratada pela Mostra implementou melhorias no processo de compra de ingressos. Agora, o sistema da Velox faz uma reserva imediata no momento em que o cliente seleciona o ingresso, antes mesmo de entrar na seção de pagamento, garantindo que a plataforma valide a disponibilidade logo no início. Caso não haja mais vagas, o cliente é informado imediatamente, sem precisar fazer todo o processo. Assim, a sessão é automaticamente bloqueada para novas tentativas quando atingir a lotação ::
3ª MOSTRINHA
Sessões nos endereços do circuito Spcine (26 CEUs e CFC Cidade Tiradentes), na Sala Petrobras na Mostra, Teatro Sérgio Cardoso, Bulevar do Rádio (Sesc Paulista) e Itaú Cultural são gratuitas. Já as exibições no Cinesala, no CineSesc, no Cine Tutu e no Espaço Petrobras de Cinema são pagas, com valores de R$ 32,00 (inteira) e R$ 16,00 (meia). No CineSesc, menores de 12 anos entram gratuitamente.
INGRESSOS | CIRCUITO COM PREÇOS POPULARES
Circuito Spcine: CCSP - Centro Cultural São Paulo | Paulo Emílio e Spcine Olido: R$ 4,00 e R$ 2,00.
:: COTAS DE INGRESSOS ::
As cotas de ingressos para a 50ª Mostra estão divididas assim: até 60% dos ingressos são voltados para a troca dos credenciados, ao menos 30% para a venda de ingressos avulsos e ao menos 10% para a venda nas bilheterias dos cinemas.
Press release by 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Esse conteúdo faz parte do projeto Mona Cultural e conta com o apoio de Dicas do Dia e CareUp

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