Dizem que a fotografia é a única arte capaz de parar o tempo. A Neriage escolheu ir além: nesta Coleção 14, a marca usa a matéria para expandi-lo.
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| Créditos: divulgação |
Fotografar nunca foi sobre congelar um milésimo de segundo. É sobre abrir a lente e deixar o tempo acumular. É entender, como nas longas exposições, que a vida não acontece em fatias estáticas, mas em um fluxo contínuo onde o passado e o presente se sobrepõem, borram as fronteiras e criam uma nova nitidez.
Olhamos para a fotografia como um portal de retenção e afeto. Investigamos o milagre da luz que, ao tocar a química, revela o invisível.
Na nossa primeira entrada, vestimos a Saudade. Traduzimos em texturas o calor daquelas fotografias de família que guardamos perto do peito; imagens analógicas que, mesmo gastas pelos anos, mantêm viva a sua essência. Através da Família Polaroid, abraçamos o registro imediato do afeto, onde cada peça se torna um instante único, tátil e insubstituível.
Brincamos com o Chiaroscuro: o jogo de luz e sombra que desenha formas no corpo, revelando e escondendo na medida exata do mistério. Deixamos que os tons e as silhuetas contem a história de uma chapa fotográfica que absorve a luz para, lentamente, dar cor ao mundo.
Em outubro, o lançamento da collab com o fotógrafo Hudson Rennan.
Aqui, o tecido é o nosso filme. O plissado é o nosso grão.
A roupa é a nossa forma de fazer o agora permanecer na pele.
Press release by Neriage
Esse conteúdo faz parte do projeto Mona Cultural e conta com o apoio de Dicas do Dia e CareUp

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